Meus caros ínclitos leitores – (digo eu!) – anda tudo assim meio… abananado nestas coisas do tempo e na tentativa de justificar tudo e… nada!
Recordo, e à pouco tempo, o próprio globo terra deu-me cá umas voltas "sui generis"! Aqui na terra mais linda e mais importante, que é administrador das pequenas praias e com umas tantas sardinhas fraquitas, isto é Portugal, à cerca de um ano, o tempo esteve de tal maneira que até houve fogos, mesmo na Serra da Estrela, imaginem!
Agora não! Agora tem vindo muito frio, chuva, vento, calamidades e dá cabo de tudo, sobretudo na agricultura – ou na arquitectura ou na assembleia da R., ou mesmo na capacidade de ter ensino e conhecimento!
De uma forma simples, as revoadas no mal tempo leva cada uma …. Só falta ter uma visita aos ministros, secretários de estado, ou do padre da freguesia, para poderem analisar os relatórios e mandar tudo ao… a…. o…. Ou algo que o valha, e, nesse caso, tomam logo os orçamentos e os valores para conseguir resolver as tais …revoadas!
Antigamente, o que é engraçado, até havia uma coisa muito engraçada: os seguros. Cada uma das pessoas em concreto, descontava, ou melhor, pagava a apólice do referido seguro, por uma vez por ano, ou por mais vezes, e, no entanto, se houvesse alguma calamidade ou algo parecido, invocariam ou aplicavam nas capacidades concretas das companhias de seguro e para pagar o estrago de algum problema!
Agora não! Parece-me que os AGRICULTORES – (que isto é uma forma técnica dos referidos tecnologistas nisto de cavar a terra e dar fruta ou boas batatinhas ou algo semelhante) – atendendo na tais… qualidades, nem querem saber do tal seguro! Para quê? Claro que cada um terá várias apólices específicas dos seus carrões. Agora nas estufas dos seus terrenos… nem vale a pena! Algum dos políticos ou ministros hão-de arranjar um bom pedaço para dar-nos os pelins para arranjar as estufas!
Quanto ao resto, tudo ser resolve; há sempre bons políticos, boa camaragem, e… debaixo das cabeceiras do estado há lá sempre muitas notas!!!!
A chuva é assim! É assim é que tem, pelo menos, duas formas: passar o tempo e ver cair as pingas do céu, ou sentar à porta de alguém a esperar pelo resto, isto é, o tudo de outrem!
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