Meu caro povo, ou melhor, meus caros amigos – visto que o Zé Ferrão é mesmo do povo! – estamos, quase, quase, a chegar a uma altura muito feliz e interessante: no dia 25 de Dezembro, celebramos a festa do nascimento doo Menino Jesus!
A minha preocupação tem a ver com uma coisa – direi eu – subgénero: ainda é a forma de marcar e manter o facto de comprar, trocar, dar ou entregar muitas prendas. Ainda é um tempo especial para os comerciantes possam acarretar os "pelins", visto que isto anda de tal maneira que… nem sequer é possível amealhar um bocadinho de dinheiro, seja lá o que ele seja!
Creio mesmo que, em face da tal crise, seria era ter 3 ou 4 festas de Natal por ano, de vário em vários meses. Dava muito jeito!
O problema, no entanto, é que o Papa até disse que não existiu burro e vaca no presépio, imaginem!
Coitado do Papa! No Papa e no demais resto: os tais herdeiros do burro do presépio.
Mas, em fim, seja como for, acho que era mesmo colocar e vários amigos para estarem presentes nos novos presépios.
O S. Francisco é que deu cabo disto tudo: colocou por o tal burro e a vaca; manteve colocar mesmo as ovelhas e, claro, as cabras; até quis sempre por os ditos "Reis Magos" perto, ou apé, ou ao lado dos camelos! O que facto é que não sabemos mesmo quantos cabelos existem, ou por outra, quantos existiram, claro!
Seja como for, independentemente da bicharada no presépio, eu creio que aquelas 3 pessoas, mais bonitas e simples, estiveram, e estaão, mesmo junto dos seus corações. Quer S. José, quer a própria lindíssima Mãe, quer do mesmo Menino Jesus sempre sentiram da grande alegria de si próprios! Nisso, direi mesmo, creio, mas creio mesmo naquele amor deles!
Estamos, ou estaremos, num dia de celebras o mesmo nascimento. Nascimento e o momento em que nasceu, como um menino, simples, o Filho de Deus!
Nesse caro, direi: boas festas! Aleluia!