quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Pois é!..... Foi tempo demais!! E agora?!

Durante muito tempo, sobretudo após da dita "revolução e liberdade" – e acho muito bem! – deu-se uma educação diferente. Diferente porquê? Explico: "todos nós", digo eu, somos livres, com capacidade de falar; temos a possibilidade de ter um bom emprego – que não é o mesmo de trabalho! Podemos ou poderemos ter as suas sugestões nossas; podemos ou poderemos falar, escrever, sei lá que mais!…

Mas, no entanto, aquilo que se passou ou passa é tarde de mais!

Um grande amigo meu, dissera que a culpa e o problema é outro. Durante aquele tempo, assumiu-se que os cidadãos portugueses seriam sempre iguais: ricos, todos "iguais", novos títulos académicos, farrapos de cônsules, comendadores, etc, etc. Mas, como disse o tal amigo, ninguém assumiu nisto; ninguém quis pensar; ninguém pode dar instrução ou formação às camadas mais novas!

De tal maneira que, por manifestação específica, na semana passada, entraram bastantes jovens ou outros a berrar, o que é normal. Mas, de repente, mandaram pedras contra a polícia; partiram vidros; quebraram tudo; deitaram fogo aos carrinho de lixo; atiraram garrafas de vidro contra a mesma polícia; outros até assumiram numa forma louca e palerma: ficaram despidos, quer homens, quer mulheres, pelo menos no corpo para cima!

Foram manifestações, claro! Grandes manifestações!!!

De tal maneira, ou por outro lado, sempre gostava de saber quem é que pagou ou pagará aos músicos que fizeram uma espécie de concerto ou algo parecido, para animar o tal "povo"! (isto foi quer no Porto, quer em Lisboa, pelo menos!)

E, no entanto, o Zé Povinho esteve a "fazer de conta" na tal crise, no estado, no governo, na troica, na… sei lá que mais!

Cá vai a minha perguntita: e agora? Quem pode entender? Quem pode perceber disto tudo? Liberdade? Capacidade de…? NADA!!!!

Ninguém assumiu no resto, no tudo, no nada em causa!

Quem são os princípios? Será que é liberdade, ou… manis sem sentido?

Quais são os princípios de educação? O que é que se assumiu aos alunos, professores, funcionários, trabalhadores, empresários, trabalhadores, entidades empregadoras?

Tudo e nada!

Portugal está mal, sem dúvida! Estamos de tanga; não há dinheiro nem, sequer, trabalho em condições. Mas, no entanto, não podemos assumir assim estas coisas! A dignidade é a dignidade; o respeito é o respeito, independentemente dos princípios cristãos ou algo parecido!

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Cabeça para baixo! (ou não!!!)

Sem sabes muito bem, mas parece que ouve, outro dia, cinco de Outubro, um problema qualquer com o tal Cavaquinho e os demais políticos e, parece, até com uma peque maça do povo, isto é, um povoszinho!

Creio que era um dia de feriado, ou coisa que o valha. Uns, disseram que era de um tal… tratado de "intigamente", entre os espanhóis e os portugueses, em Zamora; outros disseram, no entanto, que foi o dia da dita república! Outros disseram que deviam colocar uns farrapos de uma cor; outros disseram que deveria ter uma medalhitas e umas coisas especiais.

De tal maneira que até mandaram tocar o dito hino do futebol!

A banda tocava; o Cavaquinho tocava qualquer coisa parecida – penso que uma flauta ou um tambor! Entretanto, sem saber porque, levantaram um labéu, que nem imaginam! Então não é que o Cavaquinho virou Portugal ao contrário?!!!

Parece que isto foi uma afirmação especial. Disseram que foi a forma de o Cavaquinho dissera: meu caro povo, é melhor virar para outro lado! Portugal está de tanga; não há dinheiro nem coisa que o valha. Por outro lado, não tenho a coragem de mandas despedir ao Coelhito!

Quem sabe – digo eu! – que ele pergunte ao Portas?

Nunca se sabe!

Seja como for, esta coisa de virar tudo ao contrário é uma informação completamente estapafúrdia!

Mas pronto, coisas da vida!

Viva tal!.... Viva o Tratado de Zamora! Viva os espanhóis, que até assumiram um dia de feriado, o 5 de Outubro! (para os espanhóis é o dia pelo qual livraram-se de Portugal!)


 


 

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Corrupção, corrupções, estado, estados e… valha-nos as ditas fé(s)!

Estamos no Outono, digo eu! Por um lado, está um tempo mais ameno; por outro, é sempre um tempo de grande … castanhas!

O Zé Ferrão, ontem, esteve a conversar com uns seus amigos. Estivemos a falar da crise, claro – já se sabe que toda a gente tem que falar das mesmas coisas; é o que é! – e do dinheiro. A certa altura, levaram mesmo à baila destas coisas dos dinheiros específicos, da Igreja católica, do Vaticano, dos tais… (que será isto?) monsenhores, bispos, etc. e, claro, etc.!

O Zé Ferrão perguntou aos seus amigos: Como?! Como é lá possível que a Igreja Católica tem problemas e dívidas?

Um dos amigos do Zé, disse-lhe isto:

O Zé, tu não percebes nada destas coisas, homem!

Repara, antes de mais, a Igreja é a Igreja; no entanto, isto tudo não tem nada a ver com Nosso Senhor Jesus Cristo. Aliás – diria o mesmo amigo – sabes que nem sequer Cristo conhece nada nem de ninguém da tal Igreja! Sabes que aquilo é um Estado, meu caro! E o tal Estado, mesmo que esteja ligado com todos os outros trabalhadores ou ministros ou mesmo embaixadores ou coisa que o valha, nem tem rigorosamente nada desta coisa da tal "FÉ" ou "RELIGIÃO". E termina a seguir, e sempre foi e é no tempo de "intigamente"!

Cá o Zé Ferrão ficou arrelampado com isto!

Então estes quase Senhores são assim tão corruptos, ladrões como os outros?

Outro dos meus amigos disse assim.

Olha Zé, sabes, isto é de tal maneira que as coisas são logo assim:

Em primeiro lugar, há uma regra, uma lei, uma norma específica e no caso do Direito Canónico. A primeira diz: Artigo 1º: Quem manda sou eu. Artigo 2º: Eu é que mando. Artigo 3º: Eu é que sei e quero mandar. Artigo 4º: Há que calar e ocultar o povo mas, eu é que mando.

Quando percebi, comecei a entender do resto. No fundo, no fundo, esta é a função gerar disto tudo! E eu que, que até sou cristão católico, andava a esquecer ou iludido nisto tudo!

A certa altura perguntei, de uma forma simples: ó meus caros, digam-me, então, uma coisa: No âmbito das referidas… quem sabe, das dioceses ou arquidioceses, ou confraria, ou prelaturas ou algo parecido, e visto que isto é do povo cristão, de quem é que, especificamente, tem os bens da Igreja ou Igrejas?

Um dos meus colegas disse-me assim:

Zé, repara bem: tudo está nos primeiros artigos no direito canónico! A regra é sempre a mesma: (Diria a dita "Autoridade Eclesiástica") Artigos fundamentais: "EU É QUE MANDO, QUERO E DIGO COMO ME APETECE"!

O Zé percebeu muito bem!

Meus caros, cá vai mais uma: O Ferrão não percebia mesmo nada de nada!!!!!

Haja Deus!