terça-feira, 31 de julho de 2012

Apenas só uma dúvida e pergunta:

Meus caros amigos, o Zé hoje só tem uma pequeníssima pergunta. Passo a explicar:

Se não há dinheiro;

Se estamos muito longe da mudança especial;

Se quem existe e tem um tamanho enorme é a tal CRISE;

Se o Povinho é tão inteligente que nem consegue perceber que as coisas estão como estão;

Se uma forma de tapar a boca e os olhos das pessoas é arranjar novos problemas, novas novidades, novo circo, pouco pão, etc;

Se, de facto, as novas tentativas de ter circo e pouco pão é dos erros ou das explicações dos políticos, dos cursos, das licenciaturas, dos canudos, etc., dos ministros, deputados, etc., pergunto:

Como raio é que, por estas manias, arranjamos um novo problema do tal Povinho? Será que é possível encontrar outra nova forma, ou não? Que tal mandar matar, muitas vezes e sempre, as pulgas das pessoas, que estão tão cansa, que já nem se consegue coçar as costas, as cabeças, sei lá que mais dos corpos humanos?

Chama-se RATAX! Este é que deveria ser o novo, o único partido político, quer do país, quer, quiçá, no mundo! Contra as pulgas, marchar, marchar!

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Coisas engraçadas!.... (Ou não!)

No fim de semana passada, cá o Zé esteve a dormir, pensar, ler as pequenas notícias, etc. No entanto, nem tinha ligado grandes coisas nestes…. nestes jornais típicos, isto é, quer os globais distritais, quer os regionais! E achei uma piada muito engraça! Claro que, com tantos jornais e tão importantes, alguns deles lavraram coisas importantíssimas. Um deles, como é óbvio, foi um jornal admirável, eu diria mesmo mais, um dos melhores jornais do mundo: O Diário do Minho! Parece-me que o referido jornal é isento, isto é, não tem nada a ver com a Santa Madre Igreja, claro! Alem disso, as partes das notícias são isentas, globais, sérias e claríssimas! Aliás, toda a gente conhece e concorda com isto!!!

Mas, independentemente de todo o resto, achei piada que o Excelentíssimo e Reverendíssimo Arcebispo Primaz das Espanhas e Senhor de Braga, no âmbito de uma lindíssima e muito profunda homilia sua, diante de milhões de jovens, verifiquei que disse tantas, mas mesmo tantas afirmações, claro, na fé da palavra especial, que os tais jovens até ficaram em transe, completamente em transe!

Qualquer pessoa que pode ler a maravilhosa homilia do Excelentíssimo Antístese de Braga entendem, claramente, nas suas afirmações e nas sua preocupações, isto é, no dinheiro!

Diria mesmo que o Senhor de Braga e das Espanhas dissera que não há é políticos em condições! O povo está revoltado e preocupado. Não há políticos capazes de arranjar os problemas em condições! No fundo, em síntese, diria o referido Antístese: "Eu próprio; eu mesmo posso ficar a governar, quer em Portugal quer, quiçá, metade do mundo – ao menos em Famalicão, certo?!!!

Costo destas homilias, profundas, muitíssimo completas!

Cá o Zé Ferrão vai mais é para a tal religião especial, no tal Antístete de Braga! Quem sabe? Quem sabe, mesmo!....

sábado, 21 de julho de 2012

Uma pequeníssima pergunta: quem é a tal “REPÚBLICA”?


 

Ilustríssimos e amiguíssimos "leitores" – digo eu! – cá o tal Zé Ferrão, durante a noite passada, teve um sonho muito complicado. Um sonho levado da breca! É verdade, (seja lá o for esta coisa da verdade)!

Estava a ver este "país" simpático; estava, ainda, a recordar os passeios que o Zé fez, do Minho ao Algarve, dos Açores até à raia, perto da dita "fronteira", junto de "noestros amigos".

Quando estava a ver este tal país, perguntei a uma pessoa: Olhe, faz favor, isto aqui é que e a tá Pátria Portuguesa?

De repente, visto que a pessoa a quem tinha perguntado era uma velhinha, a pessoa põe-se de pé e disse: "Claro que sim, Zé Ferrão! Isto é que é a nossa Pátria! Isto é que é….. Isto é que é….. e ainda …..!"

Ouvi aquilo tudo e…. pensei, imediatamente: esta pessoa é mesmo de "intigamente"! Estas informações, cá para mim, só pode ser pessoa velha, muita velha! Só faltava falar do tal… o tal fulano que, parece, que já morreu! O tal que rapou tudo ao povo (como muitos dizem!) O tal que deu fome ao Zé Povinho durante muitos anos! O tal que deu princípios importantes, - dizia ele - como: ordem, disciplina, educação, etc., etc.! Sabem quem é? Deus me livre! Nem devemos falar no tal fulano! Cruzes canhoto! Ainda bem que, mesmo depois de ter sido morto, deixou algum ouro nos cofres do Banco de Portugal, há mais de 38 anos! 38 anos de.. LLLIIIIBBBBEEEERRRDDDAAADDDEE! Se não… era agora um sarilho!

Dei uns tantos quilómetros especiais, viro-me a outras pessoas e perguntei-lhes o mesmo: Ouçam lá, aqui é que é a Pátria?

Aquelas pessoas, ou melhor, várias delas que estavam ao perto, olharam umas para as outras, começaram a rir, deram umas gargalhadas e disseram:

"Ouça cá, ó Zé Ferrão, você é pior que o Deus me livre, homem! Qual pátria ou quê, homem?!! O que isto da tal pátria? Ninguém sabe o que isto é! Até parece que nem sabe que nós, gente nova, somos modernos, Zé Ferrão! Sabemos muito bem do nosso bom conhecimento: na net, mais na net, nos ipods, mais na net! Lemos nos livros especiais, isto é, na facebook, mais da facebook,! Somos, praticamente, todos licenciados nos seus cursos, isto é, na net, ou na net, ou na net; com mestrados e doutoramentos na net , na net, ou da faceebok! Sabemos muitas de várias línguas, isto é, língua inglesa na net, ou língua inglesa na net ou mesmo na língua inglesa na net! E, no entanto, seu cota ou seu quota, anda para aí a falar ou a perguntar coisas sem sentido nenhum? Tenha juízo, seu velho carcaça!"

O Zé Ferrão, a pesar de todas as considerações específicas dos senhores ilustríssimos DOUTORES, tomou a palavra e perguntou:

Excelências, Senhores Doutores, prezadíssimos conhecedores, ilustríssimos "fricantes asinantes", - lá se vais o raio do latinzinho! – nas vossas afirmações, o Zé ferrão faz, só mente, uma perguntinha, simples e correcta: Então, a final, isto é o quê, uma REPÚBLICA, ou quê?

Um deles, levanta-se e diz:

"Ah, nisso conheço muito bem! A República é uma espécie de um apartamento para viverem alunos, homens e mulheres, no âmbito da Universidade de Coimbra, ou coisa que o valha!"

Outro falou, também, dizendo:

"Não senhor, homem! A República é outra coisa! A República foi ou é um ou vários jornais, mais nada".

Outro, ainda, disse:

"Está enganado, meu caro! A República é uma espécie de um encontro especial; uma espécie de um teatro, lá em Lisbor, onde alguns dos deputados dão umas cavaqueiras simpáticas, umas piadas entre si, uns pontapés uns com os outros e aprovam as leis. Depois, tomam um cafezinho entre si, vão almoçar ou jantar juntos ou vão tentar arranjar uns tachitos especiais seus!"

Outro disse assim:

"Não é nada disso, meus senhores! A República é uma senhora que é mãe da tal…na tal Constituição! Esta, a filha desta, é que dá ou não dinheiro nos nossos salários, isto, salários não, subsídios!"

Um deles, vira-se aos outros e até disse:

"É, é! Essa tal República até é casada com o Povo!"

Um deles perguntou e replicou:

"Mas, a final, a tal República não é uma estátua de pedra, na parte da frente do tal teatro, em Lisboa? Essa fulana não é uma prostituta e com as mamas de fora? Além disso, ela não é mesmo fulana romeira, que vive em prostituição especial e que só quer e gosta é de dinheiro?"

Todos os que lá estavam, de uma forma solene, em coro e de uma voz correcta disseram:

" É ISSO MESMO"

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Mais uma pequeníssima pergunta ou…. uma ferroadinha cá do Zé!

Meus caríssimos amigos, cá o Zé esteve, ontem, com muito calor. De tal maneira que até nem conseguiu perceber bem o que diabo é o tal… Bispo das Tropas, ou coisa que o valha, tinha dito, concretamente! É certo que tem várias explicações, funções, ministérios, ministros, secretários e simples amigos especiais, claro!

Alem disso, como é facto, só basta olhar e ver que ele próprio tem uma "política" e um "partido" especial! Claro que sim, que, na verdade, basta olhar e ver as cores dele.

Que cores, diria, os meus ilustres amigos?

Diria eu, ó meus caros senhores, então não se vê logo?

Reparem: É um homem que fala bem, usa uns óculos especiais; as suas convicções são cabais e claras; os seus princípios são clarinhos, quer eticamente, quer nas cores ditas "nos trabalhos nas cidades, e não só"! Isto, se fosse na língua usada por Sócrates, seria dita na POLITICA, claro!

Mas dizem os nossos amigos: Como? Mas ele tem uma política especial?

Claro que sim! Então ele mantem-se ligado com estas coisas, diria mesmo, "políticas"? Ainda por cima, um homem importante assim, e que, digo eu, vive em Lisboa, ou coisa que o valha?

Em face destas perguntas ou afirmações, o Zé Ferrão está a fazer de conta que está a falar com outra ou várias pessoas distintas, cá por coisas!

Mas, perante dos ilustríssimos leitores, diria somente estas informações:

Na verdade este Ilustríssimo e Reverendíssimo Senhor é, antes de mais, um Bispo, penso que Católico! Assim sendo, as suas pessoais convicções devem ser mesmo muito católicas, claro!

Mas então, que diabo, qual é as suas cores pessoais? De uma forma simples, que partido? Ele é quê, vermelho ou…. quê? É comunista, do PCP, PS, do BE, ou quê?

Nada disso, meus caros amigos, rigorosamente nada disso – digo eu!

O Senhor DOM JORGE TORGAL é um BISPO CATÓLICO, não tem nada a ver com isso! As coros dele são de usar o seu colarinho especial, ou referido cabeção romano, mais nada! Ele usa o seu anel todo em ouro, fraco, mas todo do Concílio Vaticano II!

É um homem pobre, sem ter salário nenhum! Para quê? Um Bispo não precisa de nada disso! Os Bispo são todos muito pobres, mais nada!

Alem disso, para manter um troquinos na carteira, provavelmente para pagar um ou dois cafezitos, só tem um "salariozito" pequeno; provavelmente é parecido de um cabo, não? Nunca será o deu General! Nunca!!!

Mas quanto, perguntaríeis vós?

É pouco; perto de €5.000,00 por mês!

Cá para mim deve ser por isso! Por estas coisas é que começou a dar uns berros ou umas lambadas com o governo!

Grande Bispo, sim senhor!

Eu gostava de ser sacristão cá do tal senhor! Olá!

Ah, Povinho, a Santa Madre Igreja é levada da breca!

Ainda bem que existem pessoas capazes!

Lá fica mais esta… ferroada minha!

terça-feira, 17 de julho de 2012

Novos peixes ou nova carne?

O Zé Ferrão foi, ontem, à pesca! Aliás, como ele tinha dito, é um tempo especial, isto é, sabes o que é peixinhos pensa, ou não, nestas coisas da vida, seja do bota a baixo ou na crise!

Nessa situação, peguei na minha cana, "botei-lhe" o anzol, "amandei-lhe" e isca e esperei! Esperei, esperei…voltei a esperar e….nada! Puxei o fio e, de repente, estava lé o anzol, estava tudo direitinho e nada, nicles, rigorosamente nada!

Fiquei danada com os tais peixes, diria mesmo que foram só uns robalitos ou robaquitos, isto é, os mais pequenos da classe peixe! O Zé Ferrão, berrou, disse até umas… pragas, ou coisas que o valha! Até lhes chamos ….. republicados, imaginem!

De repente, levanta-se um grupo de peixitos, todos a rir, viram-se para mim e disseram: o Zé, o que é que tu tens? Tás zangado porquê?

O Zé ferrão, virou-se para estes "gajos" disse-lhes: O quê? Então vocês roubaram-me a isca, desapareceram disto tudo e ainda estão a brincar comigo? Se eu pudesse…. Mandava-vos à… às malvas, claro!

Os peixes, de repente, deram enormíssimas gargalhadas! Um deles, virou-se para mim e disse-lhe: Ó Zé, tu és exactamente a mesma pessoa! Então tu não vês que a vida e a sociedade é mesmo assim? Repara: nós verificamos que estavas a armar uma cilada, e muito simples! Estavas à espera que um papalvo apanhasse a tal cilada e, neste sentido, ficaria preso, certo?

Mas nós, os tais peixes, fizemos exactamente o contrário: pifamos, surripilhamos as isca, e, sem pegar nisto, o tal palerma do Zé, que é primo do Povinho, pode estar à espera o dia todo, mas nunca poderá apanhar um dos nossos amigos!

O tal peixe disse-me mais isto: Sabes, esta coisa da pesca é parecida com as funções do tal povo. Gostam muito de alguns políticos, ministros, etc, etc, etc. No entanto, ninguém foi capaz de perceber que a isca é cada um daqueles que quer apanhar um lugar ou, principalmente, um taxo especial ou algum pilim! O palerma do pescador anda mas é a pescar-se a si próprio! O anzol são os impostos, as dívidas e não haver dinheiro.

Abre os olhos, Zé, abre mesmo os olhos! Diz isso ao sé Povinho!

De repente, assim que comecei a perceber isto tudo, até fiquei abananado! Na verdade, o peixito é mesmo muito fino! Ele próprio disse-me uma coisa interessante: sabes, disse ele, a nossa história é a nossa história. De tal maneira que, aqui à vários séculos anteriores, nós, o avós, bisavós, trisavós, etc, foram tão inteligentes que até estiveram a conversar com um homem especial, lembras-te? Conheces isso? Falo, diria ele, de S. António! Isto é que foi um homem inteligente! Até teve que pregar com os nosso antigos, imagina!

De repente, virei para eles e disse-lhes isto: olhem lá, já agora, uma pequena pergunta: nestes problemas, quem é que nós pudemos ter como políticos, ministros em causa? Que governo é que pudemos manter agora?

Um dos peixitos, vira-se para mim e disse: olha, sabes, provavelmente só mesmo uma ou duas coisas: um peixe ou… um monte de… isca!!!!

Viram as costas, e foram-se embora!

Pois é, meus caros amigos! O Zé Ferrão até fiou abananado! De tal maneira que ainda está à espera, concretamente da isca!

Aguardemos, pois!....

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Coisas do mundo! (digo eu!)

Estive a ver umas pequenitas informações, simples e banais, durante nestes dias anteriores! Reparei que a grande parte das notícias de agora falam, de um problema específico: Crise e dinheiro! É normal, visto que esta é que é a questão fulcral e sentida pelo Zé Povinho! Mas, ao mesmo tempo, parece-me que as notícias, nos telejornais, nos jornais, rádios, etc. falam na mesma coisa: desempregados, divórcios, mais ou menos, falências, insolvências, desgraças de alguns crimes pequenitos, faliu-se fulano, beltrano, etc!

Um pontapesito na Igreja Católica, e dívidas da Igreja Católica; pontapesito da Igreja URD, e uns criminitos de fisco e de lavar dinheiro; uns pequenitos problemas da Igreja das Testemunhas de Javé, e sem sequer de julgamento sem testemunhas nenhumas! É a vida, meus caros! Qualquer dia o Zé Ferrão nem vai ter muitas ferroadas das boas! Nem há como dar ferroadas, não há dinheiro!

Mas o povo anda triste, desanimado, sem sentido de rir ou dar umas gargalhadas! Ai Ferrão, Ferrão!!! Que saudades as tuas!

Esperemos que, em pouco tempo, comesses a dar mais uma ferroadas alegres! Agora não há grande tempo, isto é, no vento de pairar na alegria! Mas acreditemos que é possível esperar na nova e boa maré!

Olhe, é melhor que, hoje ou amanhã, o Zé Ferrão vai mas é a pesca, apanhar uns peixitos ou uma baleia! Quem sabe!

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Zé Ferrão Doutor Honoris Causa

Meus caríssimos amigos, pois o Zé Ferrão hoje está muito feliz! Na verdade, sendo certo que tem, ou melhor, tinha a quarta classe, isto é ler, escrever e contar, ligaram-lhe numa Universidade específica, privada, claro, e disseram-me que estiveram a analisar os meus créditos e, nesse sentido, poder ter os seus importantes graus académicos: bacharelato, licenciatura, mestrado, todos os graus específicos de pós-graduações e, concretamente, de doutoramento – até HONORIS CAUSA!

Que tal, meus caros ouvintes ou leitores ou…. de mim próprio? Fiquei mesmo muito feliz, eu diria mesmo que até estou arrelampado! No entanto e, de repente, comecei a pensar no seguinte: afinal, porque é que eu terei este mesmo ou mesmos grais? Alem disso, esqueci-me de perguntar qual era a tal Universidade! Seria aqui em Portugal? Seria de Espanha ou de outro lugar na tal… Europa? Seria que era mesmo na China ou, quem sabe, no Japão – visto que a linguagem é muito parecida e com os olhos são especificamente parecidos?

De repente, outra questão: mas em que cursos específicos?

Andei, andei, voltei a andar e… imediatamente, percebi: vou ligar ao meu… queridíssimo amigo! (Claro que isto é segredo!)

Afinal, de acordo cas suas…informações, os meus graus académicos tem uma explicação: parece que a tal Universidade Privada quer iniciar um novo curso específico. Para fazer o tal curso, é necessário ter X graus de Professores! Um dos tais Professores especial pode e deve, segundo disseram, ser cá o tal Zé Ferrão! Além disso, o Zé Ferrão tem uma experiência enorme, com muitos anos e muitas vida!

Mas dirão os meus amigos: Mas qual é mesmo, especificamente, o tal curso?

Eu digo: O curso de Licenciatura de Albardeiro!

Na verdade, e a explicação está clara: há muitos cursos de costureiros, modistas, alfaiate, políticos, deputados, etc. No entanto, há uma enorme falta de albardeiros, visto que existem muitos clientes, sem ter muita coisa, e é certo que necessitam muito de ter um especialista nas formas típicas!

Assim sendo, a tal Universidade Privada, que até deve ter muitos sócios no ramo do tal curso visto que serão clientes dos novos alunos, iniciará com o início do curso de albardeiro já hoje!

Muito obrigado, meus queridos amigos! É certo que V. Excelências não necessitarão de profissionais específicos no meu admirável curso, digo eu! Mas, como sabemos, se for necessário, mandem.

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Os Tribunais e os Tribunais; a Constituição e as Constituiçõezinhas; do pilim e sem pilim!

Meus caros leitores, digo eu – provavelmente quem me escreve devo ser eu próprio! – cá o Zé Ferrão, ontem, depois do jantarinho, ouviu que o tal Tribunal Constitucional disse cá o Povinho uma coisa nova: afinal, o nosso rico subsídio de férias e do natal mantem-se, isto é, teremos mesmo algum dinheirito! Ai que rica maravilha! Os Senhores Juízes do tal Tribunal pensou, e tem razão: “qual quê– disseram eles – então nós que somos funcionários públicos, com um salário mixuruca, quase no salário mínimo, também retiram os nossos riquíssimos salários? Isso nunca! Nem que tivermos que arranjar uma forma especial, na tal senhora Constituição!”


De repente pensaram: já sei; vamos arranjar uma forma: cá o tal Coelhinho fez a dita lei de travar o pilim nos cofres do estado sem a autorização do povo, isto é, naqueles que são, provavelmente, …. Ricos!

E diriam os mesmos pobres Juízes: E, ainda por cima, nós, que até somos os pobres, deveríamos ter sido auscultados pelos nossos amigos, caramba!

Assim sendo, dizem eles: Coelhinho, meu filho, arranja-te como quiseres, mas tens que mudar isto tudo. Nem que isto seja só uma coisa: os trabalhadores em causa que deveriam receber o subsidio de férias e de natal têm que fazer a nossa parte e fazer o que deveriam realizar: assumir as funções nossas, isto é, em vez dos outros Juízes e demais magistrados:

É certo que, concretamente, o Zé Ferrão não entende nada de nada disto; ele próprio só tem a quarta classe, e mal! Mas sempre espera e aguarda o que é que o Coelhinho vai fazer!

Aguardemos, meu povo mas… das duas três: ou vai pedir nas portas das igrejas, ou vai mandar às malvas, ou manda os tais Juízes do Tribunal Constitucional pro raio que os parta! Olá!!!!!

A senhora Constituição vai ficar viúva!

domingo, 1 de julho de 2012

Não há dinheiro, nem caldo nem couves nem nabos! Só não sei de quem!!


Meus caríssimos amigos, cá o Zé Ferrão tomou conhecimento, isto, (dizem alguns!), que não há dinheiro! E tem razão! O Zé Povinho - (primo e irmão do Zé Ferrão!) - está de pantanas! Comer um caldito e umas batatitas, sem carnista nem peixito, é só o que temos! A nossa sorte é que há, ainda, pessoas capazes, que fazem tudo pelo tal POVINHO: arranjar dinheiro - neles próprios - , manter a ordem e a disciplina - nas suas convenientes vontades próprias - , e tapar a boca ao Zé - para abafar os barulhos e as guerrinhas!

Resultado, pão e circo! O problema é que, com pouco circo, nem há é muito pão!

Claro que sim, isto é, que há gente capaz, capaz ou... como quem diz!

Mudamos de governo, e está bem - (foram só... tantos anos anteriores!) - visto que o Sócrates já tem o seu pecúlio razoável! O Coelhinho, para já, é que ainda não foi capaz de arranjar uma mesada choruda! Este rapaz não tem juízo nenhum! O amigo dele, o tal Portinhas, até anda de um lado para o outro a arranjar umas moedinhas para pagar as dívidas, através dos Embaixadores do estrangeiro, e andarem, de saco às costas, a pedir de país em país, quem é que pode dar uma moedinha cá ó Povinho Português?!!

Mas isto é uma coisa; outra são as bênçãos da Santa Madre Igreja! Parece que houve no Banco da Santa Sé um desfalque complicado! Dizem alguns, que quem roubou boram banqueiros com muita fé em Portugal, sejam políticos, quer clérigos, quer.... esses mesmos! Mas a explicação é outra! Dizem alguns que Portugal será sempre um país com muita fé, concretamente nos ditos "pilim"! Assim, este país haverá sempre ter dinheiro! Nesse caso, os bancos da "santa sé" são apenas uma forma de manter tudo guardado; não se sabe é onde!

No âmbito da dita "fé", até o pessoal do Minho, e não só, mantiveram a mesma convicções! Reparemos: no dito "banco" especial - se não é da Santa Sé é da Arquidiocese de Braga - ficou tudo guardadinho, seja lá onde for. Não se sabe se desapareceu das obras conhecidas, quer desconhecidas! Não se sabe para onde foi o dinheirinho da Senhora do Sameiro, nem sequer do próprio Bom Jesus; não se sabes se as obras antigas foram pagas ou não pagas; não se sabe muito bem se boi numa porta aberta ou fechada; não se sabe se foram feiras obras católicas ou muçulmanas, isto é, dos clérigos ou da caaba!

Sabe-se é que foram formas de penitência e oração!

E o Zé Povinho? Alguém sabe? Como é que podemos responder e entender o que passa?

Será que o Zé, independentemente do circo, pode tomar, ao  menos, poder tomar o caldinho?

Meus caro amigos, o problema é….. as couves! As couves é que são a crise!

Nem há couves da política, nem couves da Santa Sé, nem couves da Arquidiocese de Braga!

Está bem, pronto! Se não couves, ao menos que há nabos! E há tantos, mas mesmo tantos, nabos!