sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Natal, festas, mais festas e afins!... E o Menino Deus?

Meu caro povo, ou melhor, meus caros amigos – visto que o Zé Ferrão é mesmo do povo! – estamos, quase, quase, a chegar a uma altura muito feliz e interessante: no dia 25 de Dezembro, celebramos a festa do nascimento doo Menino Jesus!

A minha preocupação tem a ver com uma coisa – direi eu – subgénero: ainda é a forma de marcar e manter o facto de comprar, trocar, dar ou entregar muitas prendas. Ainda é um tempo especial para os comerciantes possam acarretar os "pelins", visto que isto anda de tal maneira que… nem sequer é possível amealhar um bocadinho de dinheiro, seja lá o que ele seja!

Creio mesmo que, em face da tal crise, seria era ter 3 ou 4 festas de Natal por ano, de vário em vários meses. Dava muito jeito!

O problema, no entanto, é que o Papa até disse que não existiu burro e vaca no presépio, imaginem!

Coitado do Papa! No Papa e no demais resto: os tais herdeiros do burro do presépio.

Mas, em fim, seja como for, acho que era mesmo colocar e vários amigos para estarem presentes nos novos presépios.

O S. Francisco é que deu cabo disto tudo: colocou por o tal burro e a vaca; manteve colocar mesmo as ovelhas e, claro, as cabras; até quis sempre por os ditos "Reis Magos" perto, ou apé, ou ao lado dos camelos! O que facto é que não sabemos mesmo quantos cabelos existem, ou por outra, quantos existiram, claro!

Seja como for, independentemente da bicharada no presépio, eu creio que aquelas 3 pessoas, mais bonitas e simples, estiveram, e estaão, mesmo junto dos seus corações. Quer S. José, quer a própria lindíssima Mãe, quer do mesmo Menino Jesus sempre sentiram da grande alegria de si próprios! Nisso, direi mesmo, creio, mas creio mesmo naquele amor deles!

Estamos, ou estaremos, num dia de celebras o mesmo nascimento. Nascimento e o momento em que nasceu, como um menino, simples, o Filho de Deus!

Nesse caro, direi: boas festas! Aleluia!

sábado, 15 de dezembro de 2012

Freguesias, fregueses, presidentes, sacristães, párocos e …. ! Quem gosta?!

Pois cá vai mais uma do Zé Ferrão, ou melhor… mais uma ferroada!

Aqui há poucos dias, estive a ver um bocadito num programa muito engraçado: mais uma mania da política "telejornalmente" falando! E de que se falava? De uma "coisita" muito engraçada: acabar, terminar, fundir, dar cabo, ou algo parecido, com as referidas freguesias! Isto é, devem terminar da função administrativo do território português, é o que é!

Entre os tais políticos ou, concretamente, deputados – de várias cores e filosofias específicas – andavam uns contra os outros a dar umas pancaditas engraçadas, mas sem dizer nada em condições nenhumas! Uns diziam: "ah, pois… porque o meu partido até acha que sim… e… claro!"

Outros disseram, várias vezes, algo muito interessante: " mas o Sr Deputado leu a lei?"

Rime como um perdido nestas coisas!

Concretamente, nenhum deles nem leu, nem entendeu, nem percebeu o que significa, nem, sequer, de que cor política é que tem a própria lei!

Aliás, segundo no meu humilde conhecimento, a única coisa que sabem nisto das freguesias é, nem mais, nem menos, quantos eleitores é que votaram e me elegeram na "cadeirinha" na Assembleia da República!

Ora, se acabarmos isto das freguesias, como é que podemos ter deputados, presidentes de câmaras, vereadores, presidentes da junta, secretários de qualquer coisa, o algo parecido?

Mas há mais, digo eu: porque é que não mudam de freguesias Vs. Paróquias (sim porque, concretamente no Minho…. Deus me livre! Quem manda é o Sr. Abade!)?

A resposta é simples, na minha opinião: ou mantenham as freguesias e fica tudo igual; ou transformam de freguesias para paróquias; ou então… teremos uma espécie de uma "guerrinha" de tipo Maria ou Manel da Fonte!

Mas até era giro; lá isso, seria mesmo muito giríssimo! De Presidentes da Junta transformavam sacristães! Era para aí tantos sacristães, mas mesmo tantos, que até começaremos a ter missas e… coisas parecidas aos pontapés! Até no Alentejo! Nesse caso, haveriam tantas missas e sacristães que, alguns deles, chegam em párocos!

Sempre estou à espera do que sai na tal … lei!

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Será que sim?!... Ou não?!...

Meus caros amigos, o Zé Ferrão já tinha falado de várias coisas, e mantem muitíssimas coisas. É certo que, agora e hoje – ou antes e depois – falaremos muitas vezes do dinheiro, na crise, da Troika, de Europa, ou coisa que o ou os valha(s).

No entanto, ainda mantem cá o Zé num asco, numa "troika danada" , com esta "mania" do acordo ortográfico e, claro, no demónio da nova forma gramatical nestas coisas.

É certo que poderíamos falar de muitas formas específicas; é certo que era entender a nova "forma gramatical" e nas alterações de muitas, mas mesmo muitíssimas palavras alteradas.

Mas, alem de todo o resto, cá o Zé levanta, mais uma vez, uma pequena "lebre": será que a ligação política entre Portugal e o Brasil, concretamente é o que, gramaticalmente falando, ou economicamente falando?

É que uma ilustre pessoa, minha amiga, ilustre professora num Universidade no Brasil, disse-me, somente isto: "Zé, sabes, o povo, quer brasileiro, quer português, tem duas formas distintas. Uma é a familiar da língua antiga, avós ou bisavós, do antigo português e o latim. Outra é a mania de ter uma língua especial, ligada com um sempre primo ou pai disto tudo, isto é, a economia, e mais nada"!

O Zé Ferrão, quando ouviu, viu e perceber assim ….rapidamente, teve um baco!

A interpretação é clara: o que está ligado com as gramáticas não tem nada a ver com o "intigamente", ou a história, ou sequer da nova capacidade dos cidadãos que tentam falar na língua portuguesa. O que os liga é na língua meia… americana (porque a língua inglesa é diferente da mãe da terra de sua Majestade a Rainha!)

Pois é, de facto, é mesmo muito novo!

A minha tal amiga dizia-me uma meia brincadeira engraçada. Dissera ele: "sabes, Zé Ferrão, devia-se era assumir que, entre pessoas civilizadas, há duas línguas distintas: uma é a língua portuguesa; outra é a língua brasileira. Claro, a língua geral é somente do meio "americano"!!!!,

Será que sim? Será que as manias são do Zé Ferrão?

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Uma pergunta simples e objectiva!

O Zé Ferrão esteve cá a fazer umas pequenitas perguntas a minha gente, provavelmente, desde o Zé Povinho, até àqueles importantes nestas coisas. E a pergunta mais simples, objectiva, mas correcta é isto:

Quem é um tal António Oliveira Salazar? Era um jugador do futebol, um alfaiate, político ou quê?

Até parece que há umas tantas pessoas que gostavam que este fulano volte às suas funções!

Sempre gostava de saber!

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Manias das importâncias!

Meus caros amigos, o Zé Ferrão, hoje, está a falar de uma preocupação complicada, triste, mas complicada.

Não sei se será um problema da crise, se é da troika, se é do quê! No entanto, tem a ver com as funções desgraçadas, com o não ter respeito e, sobretudo, a má falta de formação específica.

Paço a explicar:

Durante muito tempo, assumiu-se que há princípios importantes: educação, formação, ensino, etc., etc., Hoje, não sei se da tal forma de Bolonha, se na dita liberdade, se no capeta.

Há muitos ditos "dr" que têm tanto conhecimento como nada! Têm canudos específicos e arranjam uns tachos tão engraçados que canham muito dinheiro e têm os seus lugares ou funções específicas. Mas, na verdade, não são capazes de fazer rigorosamente nada.

Mas dizem, e é certo: "ah, mas o meu cargo é mais alto; as minhas funções são as minhas funções, isto é: no meu poder!

Por muito que isto custe, é verdade!

Não sabem nada; não fazem nada; não cumprem rigorosamente nada mas…. Claro, eu é que mando! E mando tanto que tenho que dar ordens aos meus colegas! Colegas, como quem diz: eu sou um "patrão", mas, mesmo que não faça nada nem entenda, dou e darei as minhas ordens!

É engraçado que muitos dos tais "chefes" são colegas ou mesmo pessoas capazes de entender as coisas e o porquê! Outros, no entanto, devem ter uma função específica: uma pós-graduação de burrologia!

É por essas que as coisas são assim! Tudo se dá igual: Qual é o seu cargo? Sou um chefe!

Pois!....

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Pois é!..... Foi tempo demais!! E agora?!

Durante muito tempo, sobretudo após da dita "revolução e liberdade" – e acho muito bem! – deu-se uma educação diferente. Diferente porquê? Explico: "todos nós", digo eu, somos livres, com capacidade de falar; temos a possibilidade de ter um bom emprego – que não é o mesmo de trabalho! Podemos ou poderemos ter as suas sugestões nossas; podemos ou poderemos falar, escrever, sei lá que mais!…

Mas, no entanto, aquilo que se passou ou passa é tarde de mais!

Um grande amigo meu, dissera que a culpa e o problema é outro. Durante aquele tempo, assumiu-se que os cidadãos portugueses seriam sempre iguais: ricos, todos "iguais", novos títulos académicos, farrapos de cônsules, comendadores, etc, etc. Mas, como disse o tal amigo, ninguém assumiu nisto; ninguém quis pensar; ninguém pode dar instrução ou formação às camadas mais novas!

De tal maneira que, por manifestação específica, na semana passada, entraram bastantes jovens ou outros a berrar, o que é normal. Mas, de repente, mandaram pedras contra a polícia; partiram vidros; quebraram tudo; deitaram fogo aos carrinho de lixo; atiraram garrafas de vidro contra a mesma polícia; outros até assumiram numa forma louca e palerma: ficaram despidos, quer homens, quer mulheres, pelo menos no corpo para cima!

Foram manifestações, claro! Grandes manifestações!!!

De tal maneira, ou por outro lado, sempre gostava de saber quem é que pagou ou pagará aos músicos que fizeram uma espécie de concerto ou algo parecido, para animar o tal "povo"! (isto foi quer no Porto, quer em Lisboa, pelo menos!)

E, no entanto, o Zé Povinho esteve a "fazer de conta" na tal crise, no estado, no governo, na troica, na… sei lá que mais!

Cá vai a minha perguntita: e agora? Quem pode entender? Quem pode perceber disto tudo? Liberdade? Capacidade de…? NADA!!!!

Ninguém assumiu no resto, no tudo, no nada em causa!

Quem são os princípios? Será que é liberdade, ou… manis sem sentido?

Quais são os princípios de educação? O que é que se assumiu aos alunos, professores, funcionários, trabalhadores, empresários, trabalhadores, entidades empregadoras?

Tudo e nada!

Portugal está mal, sem dúvida! Estamos de tanga; não há dinheiro nem, sequer, trabalho em condições. Mas, no entanto, não podemos assumir assim estas coisas! A dignidade é a dignidade; o respeito é o respeito, independentemente dos princípios cristãos ou algo parecido!

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Cabeça para baixo! (ou não!!!)

Sem sabes muito bem, mas parece que ouve, outro dia, cinco de Outubro, um problema qualquer com o tal Cavaquinho e os demais políticos e, parece, até com uma peque maça do povo, isto é, um povoszinho!

Creio que era um dia de feriado, ou coisa que o valha. Uns, disseram que era de um tal… tratado de "intigamente", entre os espanhóis e os portugueses, em Zamora; outros disseram, no entanto, que foi o dia da dita república! Outros disseram que deviam colocar uns farrapos de uma cor; outros disseram que deveria ter uma medalhitas e umas coisas especiais.

De tal maneira que até mandaram tocar o dito hino do futebol!

A banda tocava; o Cavaquinho tocava qualquer coisa parecida – penso que uma flauta ou um tambor! Entretanto, sem saber porque, levantaram um labéu, que nem imaginam! Então não é que o Cavaquinho virou Portugal ao contrário?!!!

Parece que isto foi uma afirmação especial. Disseram que foi a forma de o Cavaquinho dissera: meu caro povo, é melhor virar para outro lado! Portugal está de tanga; não há dinheiro nem coisa que o valha. Por outro lado, não tenho a coragem de mandas despedir ao Coelhito!

Quem sabe – digo eu! – que ele pergunte ao Portas?

Nunca se sabe!

Seja como for, esta coisa de virar tudo ao contrário é uma informação completamente estapafúrdia!

Mas pronto, coisas da vida!

Viva tal!.... Viva o Tratado de Zamora! Viva os espanhóis, que até assumiram um dia de feriado, o 5 de Outubro! (para os espanhóis é o dia pelo qual livraram-se de Portugal!)


 


 

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Corrupção, corrupções, estado, estados e… valha-nos as ditas fé(s)!

Estamos no Outono, digo eu! Por um lado, está um tempo mais ameno; por outro, é sempre um tempo de grande … castanhas!

O Zé Ferrão, ontem, esteve a conversar com uns seus amigos. Estivemos a falar da crise, claro – já se sabe que toda a gente tem que falar das mesmas coisas; é o que é! – e do dinheiro. A certa altura, levaram mesmo à baila destas coisas dos dinheiros específicos, da Igreja católica, do Vaticano, dos tais… (que será isto?) monsenhores, bispos, etc. e, claro, etc.!

O Zé Ferrão perguntou aos seus amigos: Como?! Como é lá possível que a Igreja Católica tem problemas e dívidas?

Um dos amigos do Zé, disse-lhe isto:

O Zé, tu não percebes nada destas coisas, homem!

Repara, antes de mais, a Igreja é a Igreja; no entanto, isto tudo não tem nada a ver com Nosso Senhor Jesus Cristo. Aliás – diria o mesmo amigo – sabes que nem sequer Cristo conhece nada nem de ninguém da tal Igreja! Sabes que aquilo é um Estado, meu caro! E o tal Estado, mesmo que esteja ligado com todos os outros trabalhadores ou ministros ou mesmo embaixadores ou coisa que o valha, nem tem rigorosamente nada desta coisa da tal "FÉ" ou "RELIGIÃO". E termina a seguir, e sempre foi e é no tempo de "intigamente"!

Cá o Zé Ferrão ficou arrelampado com isto!

Então estes quase Senhores são assim tão corruptos, ladrões como os outros?

Outro dos meus amigos disse assim.

Olha Zé, sabes, isto é de tal maneira que as coisas são logo assim:

Em primeiro lugar, há uma regra, uma lei, uma norma específica e no caso do Direito Canónico. A primeira diz: Artigo 1º: Quem manda sou eu. Artigo 2º: Eu é que mando. Artigo 3º: Eu é que sei e quero mandar. Artigo 4º: Há que calar e ocultar o povo mas, eu é que mando.

Quando percebi, comecei a entender do resto. No fundo, no fundo, esta é a função gerar disto tudo! E eu que, que até sou cristão católico, andava a esquecer ou iludido nisto tudo!

A certa altura perguntei, de uma forma simples: ó meus caros, digam-me, então, uma coisa: No âmbito das referidas… quem sabe, das dioceses ou arquidioceses, ou confraria, ou prelaturas ou algo parecido, e visto que isto é do povo cristão, de quem é que, especificamente, tem os bens da Igreja ou Igrejas?

Um dos meus colegas disse-me assim:

Zé, repara bem: tudo está nos primeiros artigos no direito canónico! A regra é sempre a mesma: (Diria a dita "Autoridade Eclesiástica") Artigos fundamentais: "EU É QUE MANDO, QUERO E DIGO COMO ME APETECE"!

O Zé percebeu muito bem!

Meus caros, cá vai mais uma: O Ferrão não percebia mesmo nada de nada!!!!!

Haja Deus!

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Deficit, orçamento, pobreza, miséria e…. etc!

O Zé Ferrão anda aflito! É que nem é bem aflito, é mesmo angustiadíssimo!

Caramba!!!!! Nós estamos mesmo nas lonas!

Quem manda?!! Quem pode mandar??????

É horrível a nossa situação! Há desgraças no mundo inteiro: não há trabalho; não há dinheiro; não há pãozinho em condições! Há muita gente que esta a passar fome! Mas mesmo em fome no centro das cidades, nas vilas, nas aldeias, sei lá que mais!

Não há alunos que querem fazer ou acabar os seus curso; por um lado, porque há pouca gente capaz, pouca inteligência para governar este país. Por outro lado, não há dinheiro para pagar propinas, livros, fotocópias, comida, sei lá que mais!

Foram anos demais!! Muitos anos demasiadamente de mais!!!

A própria agricultura é a desgraça do mundo: nem se pode trabalhar em condições, nem sequer se pode crescer as batatinhas ou feijões, ou coisa que o valha!

Há fome de pão e de organizar a vida, as vidas!

Tomámos conhecimento de que o exército português está a ser alimentado através de alimentos ou comida que vem de Espanha! Quem paga isto? É o Estado, ou o Zé Povinho?

Mais:

A dita "Madre Igreja" dissesse que ajuda os pobres, os desempregados, os … sei lá que mais! Mas a própria Igreja, que não sabemos muito bem quem é isto – sendo certo que nada tem a ver com Cristo – tem sempre uns tantos amigos que, até por serem ricos, ficam cada vez mais gordos, abastados! E porquê? São os terrenos doados por alguém, que alguém deverá receber a sua cota parte na forma de negociar! E falados de terrenos até de campas nos cemitérios! Se alguém tomou conhecimento de que outrem doou à Igreja uma campa no cemitério, independentemente dos referidos registos nos tais livros, a Igreja quer logo vender tudo, nem que seja num valor de 300 ou 500% dos valores em causa.

É por isso que há Bispos, clérigos, sacristães, economistas, avaliadores, etc. e etc., para fazer subir os cofres da dita Madre Igreja!

O Zé Ferram é danado, mas… tem razão!

São os deficits, as dívidas, as crises e… todos os roubos!

Veremos depoi!

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Que tanga, meus caros! Que grandessíssima …. tanga!!!

O Zé Ferrão nem sabe o que é que pode dizer, entender ou percebes disto tudo!

É certo que o país estava ou esteve mal, bastante mal! No entanto, neste momento o Portugal é uma espécie de um deserto, mas um deserto sem nada! Não há água, não há oásis, não há relvas nenhumas; isto é não há nada de nada!

Aqui à vários anos, o Zé foi à terra de Sua Majestade a Rainha. Naquele tempo, um "brithes" dizia, mais ou menos assim: "Oh, Portugal,! Eu conheço muito bem Portugal: Algarve, sardinha!

Ora, esta expressão é clara, sem dúvida: este pequenitíssimo país tem, ou teve, duas coisas distinta, uma pedaço de praia simpática e umas tantas sardinhas das boas.

Agora não. As praias estão cheio de…. Moscas e pouco mais! Os mesmo ingleses vêm cá de vez em quando, quando é possível! É que o dinheiro deles, a pesas de ser nas libras de Sua Majestade, manda apertar o sinto, claro!

O Zé Povinho, nem tem libras nem librinhas, quanto mais euros! Alem disso, o povo vai à praia é para fazer duas coisas: ou apanhar um pouco de sol e para recordar a memória – e, assim, assar os seus neurónios – ou vai, também na praia, pescar um peixitos típicos para arranjar algum almocito ou jantar, claro!

Nesse caso, mesmo na sardinhas há aqui um problema típico. Por um lado, as sardinhas pisgaram-se na costa de Portugal. Elas pensaram, e têm razão, que este país está de tal maneira, mas mesmo de tal maneira que é melhor pisgarem-se daqui para fora, porque os portuguese, sobretudo políticos, comem-se uns aos outros. Foi por isso os cardumes das sardinha pisgaram-se daqui!

Então como é? O que se passa? Como será o futuro ? Será que é da Troika? Será que…?

Eu próprio diria de uma forma simples: Portugal é a terra de tanga, mesmo em bom rigor, de tanga!

Há uma expressão típica que dizia: o Rei está nu!

No caso da…. maldita república, está ela, o povinho, os políticos e….o resto de todos, mas mesmo nus! O problema é que nem há tecido para fazer umas roupitas simples no povinho!

Que tristeza,! Que grandessíssima tristeza!

Bem, pode ser que a tanga nos obriga a ficarmos todos nus!

 

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Mas, afinal, quem fez este… lapso?

Meus caros amigos, cá o Zé esteve de férias, (que remédio!). No entanto, durante este tempo todo, esteve a ver muitas coisas, muitas ideias e, como é óbvio, muitas tretas!

Reparou que foram mudadas muitas leis, decretos-leis, portarias e porcarias parecidas. Reparou, ainda, que o Zé Povinho fica sempre ceguinho nestas coisas, nas alterações, das mudanças, do raio que os leve, de tal maneira que é melhor fazer novos papéis e mais papeis em causa, isto é, no Diário da República.

Se o Ferrão disse da quantidade das leis novas, no mês de Agosto, toda a gente ficaria maluca com estas coisas. Sobretudo para tapar a boca e os olhos do povo!

Claro, que remédio! Por um lado, não há que fazer nos juristas e coisa que o valha nos ministérios distintos. Por outro lado, temos que fazer de conta que as coisas são palavreados típicos que, no fundo do fundo, para fazer de conta, para tentar arranjar um motivo de que quem anda e manda é a crise!

Meus caros, creio que os problemas são mesmo assim! Uns dizem quem manda é X; outros dizem que Y.

Mas ponde, a té TROIKA fez erros graves e nem pede desculpa! Vai ser bonito, vai!!!

Creio que o Zé ferrão vai mas é para a Lua, ou Marte!

Será que lá não há assim problemas na criste?!!!

 

terça-feira, 31 de julho de 2012

Apenas só uma dúvida e pergunta:

Meus caros amigos, o Zé hoje só tem uma pequeníssima pergunta. Passo a explicar:

Se não há dinheiro;

Se estamos muito longe da mudança especial;

Se quem existe e tem um tamanho enorme é a tal CRISE;

Se o Povinho é tão inteligente que nem consegue perceber que as coisas estão como estão;

Se uma forma de tapar a boca e os olhos das pessoas é arranjar novos problemas, novas novidades, novo circo, pouco pão, etc;

Se, de facto, as novas tentativas de ter circo e pouco pão é dos erros ou das explicações dos políticos, dos cursos, das licenciaturas, dos canudos, etc., dos ministros, deputados, etc., pergunto:

Como raio é que, por estas manias, arranjamos um novo problema do tal Povinho? Será que é possível encontrar outra nova forma, ou não? Que tal mandar matar, muitas vezes e sempre, as pulgas das pessoas, que estão tão cansa, que já nem se consegue coçar as costas, as cabeças, sei lá que mais dos corpos humanos?

Chama-se RATAX! Este é que deveria ser o novo, o único partido político, quer do país, quer, quiçá, no mundo! Contra as pulgas, marchar, marchar!

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Coisas engraçadas!.... (Ou não!)

No fim de semana passada, cá o Zé esteve a dormir, pensar, ler as pequenas notícias, etc. No entanto, nem tinha ligado grandes coisas nestes…. nestes jornais típicos, isto é, quer os globais distritais, quer os regionais! E achei uma piada muito engraça! Claro que, com tantos jornais e tão importantes, alguns deles lavraram coisas importantíssimas. Um deles, como é óbvio, foi um jornal admirável, eu diria mesmo mais, um dos melhores jornais do mundo: O Diário do Minho! Parece-me que o referido jornal é isento, isto é, não tem nada a ver com a Santa Madre Igreja, claro! Alem disso, as partes das notícias são isentas, globais, sérias e claríssimas! Aliás, toda a gente conhece e concorda com isto!!!

Mas, independentemente de todo o resto, achei piada que o Excelentíssimo e Reverendíssimo Arcebispo Primaz das Espanhas e Senhor de Braga, no âmbito de uma lindíssima e muito profunda homilia sua, diante de milhões de jovens, verifiquei que disse tantas, mas mesmo tantas afirmações, claro, na fé da palavra especial, que os tais jovens até ficaram em transe, completamente em transe!

Qualquer pessoa que pode ler a maravilhosa homilia do Excelentíssimo Antístese de Braga entendem, claramente, nas suas afirmações e nas sua preocupações, isto é, no dinheiro!

Diria mesmo que o Senhor de Braga e das Espanhas dissera que não há é políticos em condições! O povo está revoltado e preocupado. Não há políticos capazes de arranjar os problemas em condições! No fundo, em síntese, diria o referido Antístese: "Eu próprio; eu mesmo posso ficar a governar, quer em Portugal quer, quiçá, metade do mundo – ao menos em Famalicão, certo?!!!

Costo destas homilias, profundas, muitíssimo completas!

Cá o Zé Ferrão vai mais é para a tal religião especial, no tal Antístete de Braga! Quem sabe? Quem sabe, mesmo!....

sábado, 21 de julho de 2012

Uma pequeníssima pergunta: quem é a tal “REPÚBLICA”?


 

Ilustríssimos e amiguíssimos "leitores" – digo eu! – cá o tal Zé Ferrão, durante a noite passada, teve um sonho muito complicado. Um sonho levado da breca! É verdade, (seja lá o for esta coisa da verdade)!

Estava a ver este "país" simpático; estava, ainda, a recordar os passeios que o Zé fez, do Minho ao Algarve, dos Açores até à raia, perto da dita "fronteira", junto de "noestros amigos".

Quando estava a ver este tal país, perguntei a uma pessoa: Olhe, faz favor, isto aqui é que e a tá Pátria Portuguesa?

De repente, visto que a pessoa a quem tinha perguntado era uma velhinha, a pessoa põe-se de pé e disse: "Claro que sim, Zé Ferrão! Isto é que é a nossa Pátria! Isto é que é….. Isto é que é….. e ainda …..!"

Ouvi aquilo tudo e…. pensei, imediatamente: esta pessoa é mesmo de "intigamente"! Estas informações, cá para mim, só pode ser pessoa velha, muita velha! Só faltava falar do tal… o tal fulano que, parece, que já morreu! O tal que rapou tudo ao povo (como muitos dizem!) O tal que deu fome ao Zé Povinho durante muitos anos! O tal que deu princípios importantes, - dizia ele - como: ordem, disciplina, educação, etc., etc.! Sabem quem é? Deus me livre! Nem devemos falar no tal fulano! Cruzes canhoto! Ainda bem que, mesmo depois de ter sido morto, deixou algum ouro nos cofres do Banco de Portugal, há mais de 38 anos! 38 anos de.. LLLIIIIBBBBEEEERRRDDDAAADDDEE! Se não… era agora um sarilho!

Dei uns tantos quilómetros especiais, viro-me a outras pessoas e perguntei-lhes o mesmo: Ouçam lá, aqui é que é a Pátria?

Aquelas pessoas, ou melhor, várias delas que estavam ao perto, olharam umas para as outras, começaram a rir, deram umas gargalhadas e disseram:

"Ouça cá, ó Zé Ferrão, você é pior que o Deus me livre, homem! Qual pátria ou quê, homem?!! O que isto da tal pátria? Ninguém sabe o que isto é! Até parece que nem sabe que nós, gente nova, somos modernos, Zé Ferrão! Sabemos muito bem do nosso bom conhecimento: na net, mais na net, nos ipods, mais na net! Lemos nos livros especiais, isto é, na facebook, mais da facebook,! Somos, praticamente, todos licenciados nos seus cursos, isto é, na net, ou na net, ou na net; com mestrados e doutoramentos na net , na net, ou da faceebok! Sabemos muitas de várias línguas, isto é, língua inglesa na net, ou língua inglesa na net ou mesmo na língua inglesa na net! E, no entanto, seu cota ou seu quota, anda para aí a falar ou a perguntar coisas sem sentido nenhum? Tenha juízo, seu velho carcaça!"

O Zé Ferrão, a pesar de todas as considerações específicas dos senhores ilustríssimos DOUTORES, tomou a palavra e perguntou:

Excelências, Senhores Doutores, prezadíssimos conhecedores, ilustríssimos "fricantes asinantes", - lá se vais o raio do latinzinho! – nas vossas afirmações, o Zé ferrão faz, só mente, uma perguntinha, simples e correcta: Então, a final, isto é o quê, uma REPÚBLICA, ou quê?

Um deles, levanta-se e diz:

"Ah, nisso conheço muito bem! A República é uma espécie de um apartamento para viverem alunos, homens e mulheres, no âmbito da Universidade de Coimbra, ou coisa que o valha!"

Outro falou, também, dizendo:

"Não senhor, homem! A República é outra coisa! A República foi ou é um ou vários jornais, mais nada".

Outro, ainda, disse:

"Está enganado, meu caro! A República é uma espécie de um encontro especial; uma espécie de um teatro, lá em Lisbor, onde alguns dos deputados dão umas cavaqueiras simpáticas, umas piadas entre si, uns pontapés uns com os outros e aprovam as leis. Depois, tomam um cafezinho entre si, vão almoçar ou jantar juntos ou vão tentar arranjar uns tachitos especiais seus!"

Outro disse assim:

"Não é nada disso, meus senhores! A República é uma senhora que é mãe da tal…na tal Constituição! Esta, a filha desta, é que dá ou não dinheiro nos nossos salários, isto, salários não, subsídios!"

Um deles, vira-se aos outros e até disse:

"É, é! Essa tal República até é casada com o Povo!"

Um deles perguntou e replicou:

"Mas, a final, a tal República não é uma estátua de pedra, na parte da frente do tal teatro, em Lisboa? Essa fulana não é uma prostituta e com as mamas de fora? Além disso, ela não é mesmo fulana romeira, que vive em prostituição especial e que só quer e gosta é de dinheiro?"

Todos os que lá estavam, de uma forma solene, em coro e de uma voz correcta disseram:

" É ISSO MESMO"

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Mais uma pequeníssima pergunta ou…. uma ferroadinha cá do Zé!

Meus caríssimos amigos, cá o Zé esteve, ontem, com muito calor. De tal maneira que até nem conseguiu perceber bem o que diabo é o tal… Bispo das Tropas, ou coisa que o valha, tinha dito, concretamente! É certo que tem várias explicações, funções, ministérios, ministros, secretários e simples amigos especiais, claro!

Alem disso, como é facto, só basta olhar e ver que ele próprio tem uma "política" e um "partido" especial! Claro que sim, que, na verdade, basta olhar e ver as cores dele.

Que cores, diria, os meus ilustres amigos?

Diria eu, ó meus caros senhores, então não se vê logo?

Reparem: É um homem que fala bem, usa uns óculos especiais; as suas convicções são cabais e claras; os seus princípios são clarinhos, quer eticamente, quer nas cores ditas "nos trabalhos nas cidades, e não só"! Isto, se fosse na língua usada por Sócrates, seria dita na POLITICA, claro!

Mas dizem os nossos amigos: Como? Mas ele tem uma política especial?

Claro que sim! Então ele mantem-se ligado com estas coisas, diria mesmo, "políticas"? Ainda por cima, um homem importante assim, e que, digo eu, vive em Lisboa, ou coisa que o valha?

Em face destas perguntas ou afirmações, o Zé Ferrão está a fazer de conta que está a falar com outra ou várias pessoas distintas, cá por coisas!

Mas, perante dos ilustríssimos leitores, diria somente estas informações:

Na verdade este Ilustríssimo e Reverendíssimo Senhor é, antes de mais, um Bispo, penso que Católico! Assim sendo, as suas pessoais convicções devem ser mesmo muito católicas, claro!

Mas então, que diabo, qual é as suas cores pessoais? De uma forma simples, que partido? Ele é quê, vermelho ou…. quê? É comunista, do PCP, PS, do BE, ou quê?

Nada disso, meus caros amigos, rigorosamente nada disso – digo eu!

O Senhor DOM JORGE TORGAL é um BISPO CATÓLICO, não tem nada a ver com isso! As coros dele são de usar o seu colarinho especial, ou referido cabeção romano, mais nada! Ele usa o seu anel todo em ouro, fraco, mas todo do Concílio Vaticano II!

É um homem pobre, sem ter salário nenhum! Para quê? Um Bispo não precisa de nada disso! Os Bispo são todos muito pobres, mais nada!

Alem disso, para manter um troquinos na carteira, provavelmente para pagar um ou dois cafezitos, só tem um "salariozito" pequeno; provavelmente é parecido de um cabo, não? Nunca será o deu General! Nunca!!!

Mas quanto, perguntaríeis vós?

É pouco; perto de €5.000,00 por mês!

Cá para mim deve ser por isso! Por estas coisas é que começou a dar uns berros ou umas lambadas com o governo!

Grande Bispo, sim senhor!

Eu gostava de ser sacristão cá do tal senhor! Olá!

Ah, Povinho, a Santa Madre Igreja é levada da breca!

Ainda bem que existem pessoas capazes!

Lá fica mais esta… ferroada minha!

terça-feira, 17 de julho de 2012

Novos peixes ou nova carne?

O Zé Ferrão foi, ontem, à pesca! Aliás, como ele tinha dito, é um tempo especial, isto é, sabes o que é peixinhos pensa, ou não, nestas coisas da vida, seja do bota a baixo ou na crise!

Nessa situação, peguei na minha cana, "botei-lhe" o anzol, "amandei-lhe" e isca e esperei! Esperei, esperei…voltei a esperar e….nada! Puxei o fio e, de repente, estava lé o anzol, estava tudo direitinho e nada, nicles, rigorosamente nada!

Fiquei danada com os tais peixes, diria mesmo que foram só uns robalitos ou robaquitos, isto é, os mais pequenos da classe peixe! O Zé Ferrão, berrou, disse até umas… pragas, ou coisas que o valha! Até lhes chamos ….. republicados, imaginem!

De repente, levanta-se um grupo de peixitos, todos a rir, viram-se para mim e disseram: o Zé, o que é que tu tens? Tás zangado porquê?

O Zé ferrão, virou-se para estes "gajos" disse-lhes: O quê? Então vocês roubaram-me a isca, desapareceram disto tudo e ainda estão a brincar comigo? Se eu pudesse…. Mandava-vos à… às malvas, claro!

Os peixes, de repente, deram enormíssimas gargalhadas! Um deles, virou-se para mim e disse-lhe: Ó Zé, tu és exactamente a mesma pessoa! Então tu não vês que a vida e a sociedade é mesmo assim? Repara: nós verificamos que estavas a armar uma cilada, e muito simples! Estavas à espera que um papalvo apanhasse a tal cilada e, neste sentido, ficaria preso, certo?

Mas nós, os tais peixes, fizemos exactamente o contrário: pifamos, surripilhamos as isca, e, sem pegar nisto, o tal palerma do Zé, que é primo do Povinho, pode estar à espera o dia todo, mas nunca poderá apanhar um dos nossos amigos!

O tal peixe disse-me mais isto: Sabes, esta coisa da pesca é parecida com as funções do tal povo. Gostam muito de alguns políticos, ministros, etc, etc, etc. No entanto, ninguém foi capaz de perceber que a isca é cada um daqueles que quer apanhar um lugar ou, principalmente, um taxo especial ou algum pilim! O palerma do pescador anda mas é a pescar-se a si próprio! O anzol são os impostos, as dívidas e não haver dinheiro.

Abre os olhos, Zé, abre mesmo os olhos! Diz isso ao sé Povinho!

De repente, assim que comecei a perceber isto tudo, até fiquei abananado! Na verdade, o peixito é mesmo muito fino! Ele próprio disse-me uma coisa interessante: sabes, disse ele, a nossa história é a nossa história. De tal maneira que, aqui à vários séculos anteriores, nós, o avós, bisavós, trisavós, etc, foram tão inteligentes que até estiveram a conversar com um homem especial, lembras-te? Conheces isso? Falo, diria ele, de S. António! Isto é que foi um homem inteligente! Até teve que pregar com os nosso antigos, imagina!

De repente, virei para eles e disse-lhes isto: olhem lá, já agora, uma pequena pergunta: nestes problemas, quem é que nós pudemos ter como políticos, ministros em causa? Que governo é que pudemos manter agora?

Um dos peixitos, vira-se para mim e disse: olha, sabes, provavelmente só mesmo uma ou duas coisas: um peixe ou… um monte de… isca!!!!

Viram as costas, e foram-se embora!

Pois é, meus caros amigos! O Zé Ferrão até fiou abananado! De tal maneira que ainda está à espera, concretamente da isca!

Aguardemos, pois!....

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Coisas do mundo! (digo eu!)

Estive a ver umas pequenitas informações, simples e banais, durante nestes dias anteriores! Reparei que a grande parte das notícias de agora falam, de um problema específico: Crise e dinheiro! É normal, visto que esta é que é a questão fulcral e sentida pelo Zé Povinho! Mas, ao mesmo tempo, parece-me que as notícias, nos telejornais, nos jornais, rádios, etc. falam na mesma coisa: desempregados, divórcios, mais ou menos, falências, insolvências, desgraças de alguns crimes pequenitos, faliu-se fulano, beltrano, etc!

Um pontapesito na Igreja Católica, e dívidas da Igreja Católica; pontapesito da Igreja URD, e uns criminitos de fisco e de lavar dinheiro; uns pequenitos problemas da Igreja das Testemunhas de Javé, e sem sequer de julgamento sem testemunhas nenhumas! É a vida, meus caros! Qualquer dia o Zé Ferrão nem vai ter muitas ferroadas das boas! Nem há como dar ferroadas, não há dinheiro!

Mas o povo anda triste, desanimado, sem sentido de rir ou dar umas gargalhadas! Ai Ferrão, Ferrão!!! Que saudades as tuas!

Esperemos que, em pouco tempo, comesses a dar mais uma ferroadas alegres! Agora não há grande tempo, isto é, no vento de pairar na alegria! Mas acreditemos que é possível esperar na nova e boa maré!

Olhe, é melhor que, hoje ou amanhã, o Zé Ferrão vai mas é a pesca, apanhar uns peixitos ou uma baleia! Quem sabe!

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Zé Ferrão Doutor Honoris Causa

Meus caríssimos amigos, pois o Zé Ferrão hoje está muito feliz! Na verdade, sendo certo que tem, ou melhor, tinha a quarta classe, isto é ler, escrever e contar, ligaram-lhe numa Universidade específica, privada, claro, e disseram-me que estiveram a analisar os meus créditos e, nesse sentido, poder ter os seus importantes graus académicos: bacharelato, licenciatura, mestrado, todos os graus específicos de pós-graduações e, concretamente, de doutoramento – até HONORIS CAUSA!

Que tal, meus caros ouvintes ou leitores ou…. de mim próprio? Fiquei mesmo muito feliz, eu diria mesmo que até estou arrelampado! No entanto e, de repente, comecei a pensar no seguinte: afinal, porque é que eu terei este mesmo ou mesmos grais? Alem disso, esqueci-me de perguntar qual era a tal Universidade! Seria aqui em Portugal? Seria de Espanha ou de outro lugar na tal… Europa? Seria que era mesmo na China ou, quem sabe, no Japão – visto que a linguagem é muito parecida e com os olhos são especificamente parecidos?

De repente, outra questão: mas em que cursos específicos?

Andei, andei, voltei a andar e… imediatamente, percebi: vou ligar ao meu… queridíssimo amigo! (Claro que isto é segredo!)

Afinal, de acordo cas suas…informações, os meus graus académicos tem uma explicação: parece que a tal Universidade Privada quer iniciar um novo curso específico. Para fazer o tal curso, é necessário ter X graus de Professores! Um dos tais Professores especial pode e deve, segundo disseram, ser cá o tal Zé Ferrão! Além disso, o Zé Ferrão tem uma experiência enorme, com muitos anos e muitas vida!

Mas dirão os meus amigos: Mas qual é mesmo, especificamente, o tal curso?

Eu digo: O curso de Licenciatura de Albardeiro!

Na verdade, e a explicação está clara: há muitos cursos de costureiros, modistas, alfaiate, políticos, deputados, etc. No entanto, há uma enorme falta de albardeiros, visto que existem muitos clientes, sem ter muita coisa, e é certo que necessitam muito de ter um especialista nas formas típicas!

Assim sendo, a tal Universidade Privada, que até deve ter muitos sócios no ramo do tal curso visto que serão clientes dos novos alunos, iniciará com o início do curso de albardeiro já hoje!

Muito obrigado, meus queridos amigos! É certo que V. Excelências não necessitarão de profissionais específicos no meu admirável curso, digo eu! Mas, como sabemos, se for necessário, mandem.

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Os Tribunais e os Tribunais; a Constituição e as Constituiçõezinhas; do pilim e sem pilim!

Meus caros leitores, digo eu – provavelmente quem me escreve devo ser eu próprio! – cá o Zé Ferrão, ontem, depois do jantarinho, ouviu que o tal Tribunal Constitucional disse cá o Povinho uma coisa nova: afinal, o nosso rico subsídio de férias e do natal mantem-se, isto é, teremos mesmo algum dinheirito! Ai que rica maravilha! Os Senhores Juízes do tal Tribunal pensou, e tem razão: “qual quê– disseram eles – então nós que somos funcionários públicos, com um salário mixuruca, quase no salário mínimo, também retiram os nossos riquíssimos salários? Isso nunca! Nem que tivermos que arranjar uma forma especial, na tal senhora Constituição!”


De repente pensaram: já sei; vamos arranjar uma forma: cá o tal Coelhinho fez a dita lei de travar o pilim nos cofres do estado sem a autorização do povo, isto é, naqueles que são, provavelmente, …. Ricos!

E diriam os mesmos pobres Juízes: E, ainda por cima, nós, que até somos os pobres, deveríamos ter sido auscultados pelos nossos amigos, caramba!

Assim sendo, dizem eles: Coelhinho, meu filho, arranja-te como quiseres, mas tens que mudar isto tudo. Nem que isto seja só uma coisa: os trabalhadores em causa que deveriam receber o subsidio de férias e de natal têm que fazer a nossa parte e fazer o que deveriam realizar: assumir as funções nossas, isto é, em vez dos outros Juízes e demais magistrados:

É certo que, concretamente, o Zé Ferrão não entende nada de nada disto; ele próprio só tem a quarta classe, e mal! Mas sempre espera e aguarda o que é que o Coelhinho vai fazer!

Aguardemos, meu povo mas… das duas três: ou vai pedir nas portas das igrejas, ou vai mandar às malvas, ou manda os tais Juízes do Tribunal Constitucional pro raio que os parta! Olá!!!!!

A senhora Constituição vai ficar viúva!

domingo, 1 de julho de 2012

Não há dinheiro, nem caldo nem couves nem nabos! Só não sei de quem!!


Meus caríssimos amigos, cá o Zé Ferrão tomou conhecimento, isto, (dizem alguns!), que não há dinheiro! E tem razão! O Zé Povinho - (primo e irmão do Zé Ferrão!) - está de pantanas! Comer um caldito e umas batatitas, sem carnista nem peixito, é só o que temos! A nossa sorte é que há, ainda, pessoas capazes, que fazem tudo pelo tal POVINHO: arranjar dinheiro - neles próprios - , manter a ordem e a disciplina - nas suas convenientes vontades próprias - , e tapar a boca ao Zé - para abafar os barulhos e as guerrinhas!

Resultado, pão e circo! O problema é que, com pouco circo, nem há é muito pão!

Claro que sim, isto é, que há gente capaz, capaz ou... como quem diz!

Mudamos de governo, e está bem - (foram só... tantos anos anteriores!) - visto que o Sócrates já tem o seu pecúlio razoável! O Coelhinho, para já, é que ainda não foi capaz de arranjar uma mesada choruda! Este rapaz não tem juízo nenhum! O amigo dele, o tal Portinhas, até anda de um lado para o outro a arranjar umas moedinhas para pagar as dívidas, através dos Embaixadores do estrangeiro, e andarem, de saco às costas, a pedir de país em país, quem é que pode dar uma moedinha cá ó Povinho Português?!!

Mas isto é uma coisa; outra são as bênçãos da Santa Madre Igreja! Parece que houve no Banco da Santa Sé um desfalque complicado! Dizem alguns, que quem roubou boram banqueiros com muita fé em Portugal, sejam políticos, quer clérigos, quer.... esses mesmos! Mas a explicação é outra! Dizem alguns que Portugal será sempre um país com muita fé, concretamente nos ditos "pilim"! Assim, este país haverá sempre ter dinheiro! Nesse caso, os bancos da "santa sé" são apenas uma forma de manter tudo guardado; não se sabe é onde!

No âmbito da dita "fé", até o pessoal do Minho, e não só, mantiveram a mesma convicções! Reparemos: no dito "banco" especial - se não é da Santa Sé é da Arquidiocese de Braga - ficou tudo guardadinho, seja lá onde for. Não se sabe se desapareceu das obras conhecidas, quer desconhecidas! Não se sabe para onde foi o dinheirinho da Senhora do Sameiro, nem sequer do próprio Bom Jesus; não se sabes se as obras antigas foram pagas ou não pagas; não se sabe muito bem se boi numa porta aberta ou fechada; não se sabe se foram feiras obras católicas ou muçulmanas, isto é, dos clérigos ou da caaba!

Sabe-se é que foram formas de penitência e oração!

E o Zé Povinho? Alguém sabe? Como é que podemos responder e entender o que passa?

Será que o Zé, independentemente do circo, pode tomar, ao  menos, poder tomar o caldinho?

Meus caro amigos, o problema é….. as couves! As couves é que são a crise!

Nem há couves da política, nem couves da Santa Sé, nem couves da Arquidiocese de Braga!

Está bem, pronto! Se não couves, ao menos que há nabos! E há tantos, mas mesmo tantos, nabos!



sexta-feira, 15 de junho de 2012

Gregos, Espanheis e.... etc

Durante muitos anos, andaram aí uns tantos  fulanos que deram cabo destas coisas todas! Concretamente, racharam e  deram cabo das duas lindas mães (ou pais!) e acabaram com a liberdade da filiação da tal lingua protuguesa. Na verdade,  as duas mais importantes mães são o grego e o latim! Estes fulanos, que dizem, algumas pessoas ,que são "DOUTORES", "TÉCNICOS" ou "CONHECEDORES" da língua Portuguesa, deram cabo disto tudo! Uma coisa é certa: as saias sempre ficaram mais compridas! (mini-saia passou a ser mais comprida: minissaia!)
Mas isto são coisas da língua; no entanto, uns nossos vizinho assumiram outra linguagem! Falo nos Espanhois e Gregos que, num tarda nada, mandam é às malvas da lingua especial, isto é, o EURO, €!!! Na minha opinião, e não falta muito, os nossos queridos amigos mandam isto tudo é à..... exactamente!
Lá isso não sei, mas..... gregos e espenhois querem é voltar na forma do tempo de "intigamente"!
Portugal, claro, não tem nada a ver com isto! Isso de pobres é coisa de gregos e espenhois! Nós não! Nós, os portugueses, somos diferentes; somos importantes e ricos! Qualquer dia, desde os gatos, até ao resto dos burros, todos os animais em causa portugueses passam a ser licenciados e/ou doutoramentos das várias Universidades, públicas, privadas, das vizinhas e de mais em todo o país de Portugal!
Grande Portugal! Será, serão, duas coisas muito importantes: ricos, importantes e.... etc!

Problemas sérios na mania da tal Srª Dª Crise e nas suas função reais!

Meus caros amigos, o Zé está a tentar falar convosco! Tentar por uma forma simples e complicada: o Zé levou um tal abanão de tal maneira que nem conseguia falar, quanto mais a escrever! Mas é verdade; esteve quase a morrer! Mas o mesmo Zé Ferrão é teimoso e duro! O que é facto é que nem  quiz mesmo morrer!
Quem esteve ou está quase a morrer é o nosso querido  Povinhoo. Explico: apareceu uma tal doença especial, que o Povinho anda doente e, na sua maioria,  vai mas é para o céu rapidamente! No céu ou no... referido inferno! Falo na falta de pãozinho, dinheirinho, coisas simples e necessárias! Falo, também, na falta de trabalho, de ter um salário necessário e correcto! Uma coisa é certa, o Zé Povinho sempre viveu e vive no seu queridíssimo lugar: no verdadeiro inferno! De tal maneira que, desde a crise até às coisas do capeta, o Zé Povinho nem tem nossão de que vive fora ou longe do céu! Reparemos: não há dinheiro; não há forma de pagar os medicamentos; não há forma de cumprir as suas funções de pagar as suas dívidas; não há forma de comprar necessidades humanas e simples; não há forma de pagar as propinas das Universidades, quer públicas, quer privadas; não há forma de ter trabalho, de tal maneira que o próprio Zé Povinho nem sabe o que se passa ; não há, não há, não há!...... Meus caros amigos, só pode ser uma forma títica: coisas mesmo do capeta! Os políticos, desde a China até à tal.... Europa (seja lá o que isso for!) dizem milhares de promessa e afirmações, mas, enfim,  não respondem a nada nem ninguem! Os ditos "Estados" - (amigos do peito!) - e as ditas "Troicas" são mais uma das referidas tretas; o Zé, o nosso querido amigo Zé, passa os dias a passear nas ruas da calçada e sempre nas lindíssimas quintas, isto é,  de quarta até sexta! Esperemos, meus caros amigos, que passemos de sábado para domingo! O Zé Ferrão espera que sim!