sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Ferroadas desgraçadas do futuro e do dinheiro

O Zé está a desabafar de um problema que tem, pelo menos, muitos anos - ou muito tempo – e demasiado tempo demais. Falo dos graves problemas do dinheiro, claro. Não sei como mas, meus caros amigos, falta pouco ou … vai tudo para a bancarrota!
Foram muitos anos, nesta coisa do novo euro; os senhores políticos de “intigamentte” tiveram uma lata levada da breca! Diziam mesmo estes “senhores” que “.. isto agora é que é uma maravilha; o povo poderá pagar novas casinhas, bons carrinhos, barquinhos, muitos dias, ou meses ou anos, de boas férias; seja para o Algarve, seja para a cochinchina; a agricultura é uma maravilha e é o futuro; vem um dinheirinho da Europa e, em vez do trigo ou do azeite e, até, nos tomates, vamos ficar riquíssimos!”
Pois é, meu povo! Mas o que se passa é estamos muito mal; diria mesmo que estamos perto da pobreza desgraçada.
Os governo disse, através do Primeiro Ministro, que o orçamento do Estado vai dar cabo do dinheirinho e nos impostos; o Zé Povinho ficará cada vez mais magro! E pergunta o Zé Ferrão: vamos comer e beber de quê? Água benta? Como, se a própria Igreja já não tem dinheiro para pagar a água antes das bênçãos?
O Zé anda à procura se ainda haverão umas moedinhas antigas, lá nas gavetas das tias ou das avós! Pode ser que conseguiremos pagar uns cafezinhos! Pois, porque, na água benta… é melhor rapada nas pias das igrejas!

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