Meu caros amigos, hoje é um dia especial. É certo que já passou o dia de todos os Santos e dos defuntos. No entanto, o Zé Ferrão também marcou um dia especial: este é o dia de luto e de memória; este é o dia em que recordarão sempre que mataram a Língua Portuguesa!
A queridíssima e honrosa Língua de Camões, de António Vieira, de Eça, Camilo, etc., foi assassinada através de um crime horrível! Este crime chama-se um acordo! Creio que nem vale dizer mais nada!
Pela Língua Portuguesa: requiescat in pace!
Blogue para incentivar a auto-crítica, a análise social, política, económica e religiosa e a participação cívica
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
domingo, 23 de outubro de 2011
Novos livros da nova “limmmterintura”!
O raio do Zé Ferrão viu cada coisa! Então sempre foi verdade? Parece que o tal SENHOR DOUTOR Jorge Rodrigues dos Santos, digo, o Orelhas Gadelhas, editou ou novo livrinho! Ai que coisa rica! Creio que este riquíssimo livrinho é a melhor forma de ler em condições e de resolver da crise e da economia!
Cá o tal senhor doutor Orelhas Gadelhas é uma pessoa notável! Sabe muito de “linterantura”; é um grande jornalista – (ele até sabe do “mastoideu” e até fez um doutoramento todo nestas coisas de abrir e fechar o telejornal!!) – e, agora, é um belíssimo teólogo! Vejamos: Sabe, melhor que ninguém, que a Bíblia foi escrita pelo Kadafi; conhece muito bem várias línguas sagradas: “aitam” – em latim inglês; pá e pá mais pá – na língua dos colegas; leu, muito bem, a língua hebraico que dizia: “o pá, como é que eu vou tomar um cafezinho?”
Mas há mais. No âmbito da história, o tal Orelhas Gadelhas sabe muito bem que Jesus não é nem foi um homem antigo. É duas coisas: é uma mulher e novinha, que gosta de pintar as unhas, e que escreves no diário típico e que escreve, como ele, assim: “como é que posso entrar sempre nas revistas, visto que não tenho muita inteligência!...”
Sabe, também, que há uma boa relação entre a tal “Jesus” e a Santa Sé, que joga as cartas e ao xadrez com o Papa e com os demais Cardeais. Sabe, por isso, que na Biblioteca do Vaticano só existem poucos livros e da seguinte função: uns são para dizer mal, uns contra os outros; outros são do orçamento do Estado de todos os países, inclusive em Portugal e da Cochinchina!
O tal, ou a Jesus parece que tem vários irmãos ou irmãs! Um dos irmãos é um tal de Obama! Agora, e isto é fundamental, até um deles é o próprio Sócrates – não falo do “intigamente” e da filosofia, falo do que foi ministro num país esquisito, Portugal!
Para analisar e abreviar a porcaria da literatura do tal fulano, que, de facto, não presta mesmo para nada e diria:
Asinus asinum fricat! (cujus nomen asini José Rodrigues dos Santos est) et, deinde quod natura non prestat Salmantica non dat (cujus nomen est Universitas “De Baixo da Escada”!
Cá o tal senhor doutor Orelhas Gadelhas é uma pessoa notável! Sabe muito de “linterantura”; é um grande jornalista – (ele até sabe do “mastoideu” e até fez um doutoramento todo nestas coisas de abrir e fechar o telejornal!!) – e, agora, é um belíssimo teólogo! Vejamos: Sabe, melhor que ninguém, que a Bíblia foi escrita pelo Kadafi; conhece muito bem várias línguas sagradas: “aitam” – em latim inglês; pá e pá mais pá – na língua dos colegas; leu, muito bem, a língua hebraico que dizia: “o pá, como é que eu vou tomar um cafezinho?”
Mas há mais. No âmbito da história, o tal Orelhas Gadelhas sabe muito bem que Jesus não é nem foi um homem antigo. É duas coisas: é uma mulher e novinha, que gosta de pintar as unhas, e que escreves no diário típico e que escreve, como ele, assim: “como é que posso entrar sempre nas revistas, visto que não tenho muita inteligência!...”
Sabe, também, que há uma boa relação entre a tal “Jesus” e a Santa Sé, que joga as cartas e ao xadrez com o Papa e com os demais Cardeais. Sabe, por isso, que na Biblioteca do Vaticano só existem poucos livros e da seguinte função: uns são para dizer mal, uns contra os outros; outros são do orçamento do Estado de todos os países, inclusive em Portugal e da Cochinchina!
O tal, ou a Jesus parece que tem vários irmãos ou irmãs! Um dos irmãos é um tal de Obama! Agora, e isto é fundamental, até um deles é o próprio Sócrates – não falo do “intigamente” e da filosofia, falo do que foi ministro num país esquisito, Portugal!
Para analisar e abreviar a porcaria da literatura do tal fulano, que, de facto, não presta mesmo para nada e diria:
Asinus asinum fricat! (cujus nomen asini José Rodrigues dos Santos est) et, deinde quod natura non prestat Salmantica non dat (cujus nomen est Universitas “De Baixo da Escada”!
sábado, 22 de outubro de 2011
Crise do dinheiro e da educação!
Andei de um lado para outro, à procura de uma resposta para o seguinte: antigamente, as pessoas ensinavam uns aos outros, de pais para filhos, de avós a netos, de professor a aluno, eu sei lá que mais, de muitas coisas, da vida, do ensino e, claro está, no dinheirinho!
Toda a gente tinha que ensinar como é que se pode gastar e/ou guardar o “pelím”. No entanto, por arte do “capeta”, acabou-se tudo! Nesta terra tão “sagrada” e tão “bonita” – como quem diz! – houveram para aqui uns tantos senhores e ditos “importantes, políticos, inteligentes, liberdades”, sei lá que mais – que até foram uns estafermos – que andaram a pregar coisas levadas da breca: agora somos pessoas livres; agora somos todos importantes; agora queremos ser, todos, ricos; todos os – e cá vai o palavrão! – Cidadãos podem ter os privilégios iguais: comprar dezenas de casas; comprar carradas de carros, motas, vestidos, roupas de marca; pedir tudo aos bancos; etc., etc., etc. Até pensaram que existe uma tal senhora, que não conheço, a Dona Europa, que nos traria dinheirinho! Coitados!
Sabem o que isto fez? Mais ou menos assim: depois de vários anos, poucos e na sequência da tal dita LIBERDADE – seja lá o quisto for! – houve uma alteração radical e muito simples: crise, mais crise, mais crise e mais crise!
Claro que a pergunta do tal “Povinho” é simples: mas há alguma forma a alterar? Com quê? De que maneira? Dizem os tais espertinhos que falta uma coisa: dinheiro!
Qual dinheiro, qual treta! Ninguém quer saber! O quê, que eu seja pobre ou modesto, com cabeça no sítio mas, sobretudo, devo trabalhar em condições para granjear o fruto do meu trabalho?! Nem pensar! Era o que faltava!
Um senhor que a gente conhece, um tal de Estado, tem é que arranjar uma forma do povinho, claro!
Aqui há poucos dias, houve umas manifestações muito engraçadas. Uns tantos abutres, diante do palácio da dita “república”, – muito me custa dizer o martírio daquele nome! – quiseram a manifestar; passaram durante a noite, no meio do chão e cortaram as vias e ruas, para protestar da atitude do governo e demais políticos!
Pois é, mas ninguém disse nada em condições! Ninguém sabe que a culpa é … é nossa e de todos os que têm a mania de ter duas coisas: importantes e ricos!
O Zé Ferrão é levado da breca! Mas tem razão. Esperemos que, um dia, pode haver alguém que consiga começar a ensinar muito simples: a vida são coisas mais simples e árduas, mas muito objectivas; cabe a cada um a obrigação de ser um trabalhador e um cidadão capaz. Além disso, há uma coisa que é quase sagrada, peço vénia: o mais importante não é o poder; é a autoridade!
Toda a gente tinha que ensinar como é que se pode gastar e/ou guardar o “pelím”. No entanto, por arte do “capeta”, acabou-se tudo! Nesta terra tão “sagrada” e tão “bonita” – como quem diz! – houveram para aqui uns tantos senhores e ditos “importantes, políticos, inteligentes, liberdades”, sei lá que mais – que até foram uns estafermos – que andaram a pregar coisas levadas da breca: agora somos pessoas livres; agora somos todos importantes; agora queremos ser, todos, ricos; todos os – e cá vai o palavrão! – Cidadãos podem ter os privilégios iguais: comprar dezenas de casas; comprar carradas de carros, motas, vestidos, roupas de marca; pedir tudo aos bancos; etc., etc., etc. Até pensaram que existe uma tal senhora, que não conheço, a Dona Europa, que nos traria dinheirinho! Coitados!
Sabem o que isto fez? Mais ou menos assim: depois de vários anos, poucos e na sequência da tal dita LIBERDADE – seja lá o quisto for! – houve uma alteração radical e muito simples: crise, mais crise, mais crise e mais crise!
Claro que a pergunta do tal “Povinho” é simples: mas há alguma forma a alterar? Com quê? De que maneira? Dizem os tais espertinhos que falta uma coisa: dinheiro!
Qual dinheiro, qual treta! Ninguém quer saber! O quê, que eu seja pobre ou modesto, com cabeça no sítio mas, sobretudo, devo trabalhar em condições para granjear o fruto do meu trabalho?! Nem pensar! Era o que faltava!
Um senhor que a gente conhece, um tal de Estado, tem é que arranjar uma forma do povinho, claro!
Aqui há poucos dias, houve umas manifestações muito engraçadas. Uns tantos abutres, diante do palácio da dita “república”, – muito me custa dizer o martírio daquele nome! – quiseram a manifestar; passaram durante a noite, no meio do chão e cortaram as vias e ruas, para protestar da atitude do governo e demais políticos!
Pois é, mas ninguém disse nada em condições! Ninguém sabe que a culpa é … é nossa e de todos os que têm a mania de ter duas coisas: importantes e ricos!
O Zé Ferrão é levado da breca! Mas tem razão. Esperemos que, um dia, pode haver alguém que consiga começar a ensinar muito simples: a vida são coisas mais simples e árduas, mas muito objectivas; cabe a cada um a obrigação de ser um trabalhador e um cidadão capaz. Além disso, há uma coisa que é quase sagrada, peço vénia: o mais importante não é o poder; é a autoridade!
domingo, 16 de outubro de 2011
A luta, a revolta, a política e... a treta!
Cá o Zé Ferrão está a ver o telejornal e das notícias. Que vergonha! O Povo - essa coisa que a gente não sabe o que é! - andou na guerrinha, frente à Assembleia da ... coisa, claro! - (O Zé tem um asco danado do tal nome!) De repente, reparei que o dito povo sentou-se no meio do chão e até vário quiseram dormir durante a noite anterior. Diz o tal "povinho" que .. “devemos gritar e fazer luta”. Isto porque não há dinheiro, nem subsídio de Natal, nem subsídio de férias, nem ponta de um chavelho!
Pois é, meus caros amigos, pois é! Pergunta-se: o que é que se pode fazer para trabalhar? Primeira resposta: nada! Mas, por exemplo, e na agricultura? Será que se pode trabalhar um bocadinho? Plantar umas batatinhas, uma “coíbes”? Que tal ceifar um “trigueirito” no Alentejo?
Resposta: O quê?!! Nós somos todos senhores DOUTORES! Que é lá isso?! Então somos estudantes, licenciados, mestres, doutores, até por Bolonha, de baixo das Universidades de escadas, etc., etc., e nós vamos trabalhar assim?! Que gente!!
Acho muito bem! Cá o Zé, cerca do jantar de anteontem, até esteve com um amigo que dizia, mais ou menos, uma coisita assim: “afinal nem tenho sorte nenhuma; trabalho – quando me apetece – tantas horas e demais; tenho poucos dias de férias; na minha actividade, exerço funções de chefe; tenho um bom salário muito jeitoso, e, nessa situação, os meus amigos têm mais sorte do que eu!”
Pois é, meu povo! Acho que devíamos sentar e fazer uma revolta! Isto porque devia, se for preciso, uma nova guerra! Cada um deve trabalhar – muito pouco, claro! – apenas depois de acordar e de olhar para sol da manhã, cerca das 10 horas; depois devem vira-se ao contrário, na mesma cama – ou noutra – e dizer, publicamente: Hoje já vi a luz do sol, pelo que trabalhei muito! O patrão – que sou eu – mande-me apenas o meu salário e mais nada!
Agora mesmo a sério: É mesmo uma vergonha o que passa neste país, como nos outros! Dizem os importantes que a vida mudou; a economia alterou radicalmente e no mundo global! Mas, meus caros amigos, a história é a história! Sobretudo esta mania da alteração e de serem todos muitos ricos e somos mesmo uma treta!
São coisas demais; ninguém conseguiu ensinar e entender que a vida é e são coisas diferentes. Há que trabalhar, meu povo, trabalhar mesmo! Nos séculos passados – e a história tem tantas coisas lindas e uma grande memória! – os países, reinos, impérios, sei lá que mais, tiveram sempre grandes problemas, sobretudo na mania do dinheiro e na forma de serem importantes, uns com os outros, mais ricos do mundo! A história tem sempre um pêndulo do futuro!
Vamos lá ver! Mas que dá guerra… lá isso dá! O Zé até esta a afiar a ponta do meu ferrão! Um dia destes … até pela porta de casa me entra um estafermo, seja um Doutor ou um Político, para roubar, provavelmente, até a nossa paciência!
Pois é, meus caros amigos, pois é! Pergunta-se: o que é que se pode fazer para trabalhar? Primeira resposta: nada! Mas, por exemplo, e na agricultura? Será que se pode trabalhar um bocadinho? Plantar umas batatinhas, uma “coíbes”? Que tal ceifar um “trigueirito” no Alentejo?
Resposta: O quê?!! Nós somos todos senhores DOUTORES! Que é lá isso?! Então somos estudantes, licenciados, mestres, doutores, até por Bolonha, de baixo das Universidades de escadas, etc., etc., e nós vamos trabalhar assim?! Que gente!!
Acho muito bem! Cá o Zé, cerca do jantar de anteontem, até esteve com um amigo que dizia, mais ou menos, uma coisita assim: “afinal nem tenho sorte nenhuma; trabalho – quando me apetece – tantas horas e demais; tenho poucos dias de férias; na minha actividade, exerço funções de chefe; tenho um bom salário muito jeitoso, e, nessa situação, os meus amigos têm mais sorte do que eu!”
Pois é, meu povo! Acho que devíamos sentar e fazer uma revolta! Isto porque devia, se for preciso, uma nova guerra! Cada um deve trabalhar – muito pouco, claro! – apenas depois de acordar e de olhar para sol da manhã, cerca das 10 horas; depois devem vira-se ao contrário, na mesma cama – ou noutra – e dizer, publicamente: Hoje já vi a luz do sol, pelo que trabalhei muito! O patrão – que sou eu – mande-me apenas o meu salário e mais nada!
Agora mesmo a sério: É mesmo uma vergonha o que passa neste país, como nos outros! Dizem os importantes que a vida mudou; a economia alterou radicalmente e no mundo global! Mas, meus caros amigos, a história é a história! Sobretudo esta mania da alteração e de serem todos muitos ricos e somos mesmo uma treta!
São coisas demais; ninguém conseguiu ensinar e entender que a vida é e são coisas diferentes. Há que trabalhar, meu povo, trabalhar mesmo! Nos séculos passados – e a história tem tantas coisas lindas e uma grande memória! – os países, reinos, impérios, sei lá que mais, tiveram sempre grandes problemas, sobretudo na mania do dinheiro e na forma de serem importantes, uns com os outros, mais ricos do mundo! A história tem sempre um pêndulo do futuro!
Vamos lá ver! Mas que dá guerra… lá isso dá! O Zé até esta a afiar a ponta do meu ferrão! Um dia destes … até pela porta de casa me entra um estafermo, seja um Doutor ou um Político, para roubar, provavelmente, até a nossa paciência!
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
Ferroadas desgraçadas do futuro e do dinheiro
O Zé está a desabafar de um problema que tem, pelo menos, muitos anos - ou muito tempo – e demasiado tempo demais. Falo dos graves problemas do dinheiro, claro. Não sei como mas, meus caros amigos, falta pouco ou … vai tudo para a bancarrota!
Foram muitos anos, nesta coisa do novo euro; os senhores políticos de “intigamentte” tiveram uma lata levada da breca! Diziam mesmo estes “senhores” que “.. isto agora é que é uma maravilha; o povo poderá pagar novas casinhas, bons carrinhos, barquinhos, muitos dias, ou meses ou anos, de boas férias; seja para o Algarve, seja para a cochinchina; a agricultura é uma maravilha e é o futuro; vem um dinheirinho da Europa e, em vez do trigo ou do azeite e, até, nos tomates, vamos ficar riquíssimos!”
Pois é, meu povo! Mas o que se passa é estamos muito mal; diria mesmo que estamos perto da pobreza desgraçada.
Os governo disse, através do Primeiro Ministro, que o orçamento do Estado vai dar cabo do dinheirinho e nos impostos; o Zé Povinho ficará cada vez mais magro! E pergunta o Zé Ferrão: vamos comer e beber de quê? Água benta? Como, se a própria Igreja já não tem dinheiro para pagar a água antes das bênçãos?
O Zé anda à procura se ainda haverão umas moedinhas antigas, lá nas gavetas das tias ou das avós! Pode ser que conseguiremos pagar uns cafezinhos! Pois, porque, na água benta… é melhor rapada nas pias das igrejas!
Foram muitos anos, nesta coisa do novo euro; os senhores políticos de “intigamentte” tiveram uma lata levada da breca! Diziam mesmo estes “senhores” que “.. isto agora é que é uma maravilha; o povo poderá pagar novas casinhas, bons carrinhos, barquinhos, muitos dias, ou meses ou anos, de boas férias; seja para o Algarve, seja para a cochinchina; a agricultura é uma maravilha e é o futuro; vem um dinheirinho da Europa e, em vez do trigo ou do azeite e, até, nos tomates, vamos ficar riquíssimos!”
Pois é, meu povo! Mas o que se passa é estamos muito mal; diria mesmo que estamos perto da pobreza desgraçada.
Os governo disse, através do Primeiro Ministro, que o orçamento do Estado vai dar cabo do dinheirinho e nos impostos; o Zé Povinho ficará cada vez mais magro! E pergunta o Zé Ferrão: vamos comer e beber de quê? Água benta? Como, se a própria Igreja já não tem dinheiro para pagar a água antes das bênçãos?
O Zé anda à procura se ainda haverão umas moedinhas antigas, lá nas gavetas das tias ou das avós! Pode ser que conseguiremos pagar uns cafezinhos! Pois, porque, na água benta… é melhor rapada nas pias das igrejas!
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
O acordo e os acordos entre Portugal e Brasil
Meus caros amigos, o Zé anda aqui atravessado com um problema levado da breca! Então Vossas Senhorias sabem como é que está esta coisa do “acordãozinho” entre Portugal e os Brasileiros, nesta coisa da gramática? É mesmo uma desgraça! Já repararão que agente tem que escrever o que deve e o que soube, “intigamente”, mas mudou tanto na casa da senhora “Gramática”? Dizem alguns “espertos”, “científicos” ,“doutores da língua” que tivemos alterar tudo porque o povo já fala de uma forma mais simples e, por isso, devemos alterar as consoantes, vogais, verbos, etc., etc., etc., porque os estrangeiros não conseguem perceber nem estudar a tal língua de Camões – digo eu!
Claro que o problema é muito complicado. Não são problemas da gramática e das línguas. O problema é da tabuada e da matemática, que o mesmo problema da economia! Portugal foi um país muito próspero; fez uma rota entra a Europa à Índia, à China ou ao Japão. Agora não; a rota é dos Estados Unidos e da Inglaterra – quem diz assim diz a França, Alemanha, etc., etc., - ao resto do globo e através da internet ou de coisa que o valha, aos países com dinheirinho, pelim, cracanhol!
Há aí um fulano, que conheço muito bem, que dizia assim: “sabes, um dia destes, vai a própria Santa Sé dizer que os documentos do Papa serão escritos em inglês, visto que, com a forma moderna, acaba-se a língua latina”.
Por acaso acho que este fulano tem razão; ele é escarninho ou sarcástico – seja o for a gramática e as palavras importantes – mas tem que fazer uma coisa importante: começa a escrever nas línguas Cícero, Catão ou de Sócrates – claro que falo no homem antigo, não é daquele tal… (que foi primeiro-ministro) – até na literatura, poesia, etc., de Camões, António Vieira, Queirós, Pessoa, etc.
Cá o Zé Ferrão está a fazer o mesmo; por isso, e porque tenho que ir comprar umas coisas especiais, vou à “Pharmacia”.
Claro que o problema é muito complicado. Não são problemas da gramática e das línguas. O problema é da tabuada e da matemática, que o mesmo problema da economia! Portugal foi um país muito próspero; fez uma rota entra a Europa à Índia, à China ou ao Japão. Agora não; a rota é dos Estados Unidos e da Inglaterra – quem diz assim diz a França, Alemanha, etc., etc., - ao resto do globo e através da internet ou de coisa que o valha, aos países com dinheirinho, pelim, cracanhol!
Há aí um fulano, que conheço muito bem, que dizia assim: “sabes, um dia destes, vai a própria Santa Sé dizer que os documentos do Papa serão escritos em inglês, visto que, com a forma moderna, acaba-se a língua latina”.
Por acaso acho que este fulano tem razão; ele é escarninho ou sarcástico – seja o for a gramática e as palavras importantes – mas tem que fazer uma coisa importante: começa a escrever nas línguas Cícero, Catão ou de Sócrates – claro que falo no homem antigo, não é daquele tal… (que foi primeiro-ministro) – até na literatura, poesia, etc., de Camões, António Vieira, Queirós, Pessoa, etc.
Cá o Zé Ferrão está a fazer o mesmo; por isso, e porque tenho que ir comprar umas coisas especiais, vou à “Pharmacia”.
sábado, 1 de outubro de 2011
O Bicho da Madeira!!
Olá, meu povo! Cá está o Ferrão! É verdade, este pobre esteve quase a morrer. Creio que foi a praga e a inveja, quer dos meus queridíssimos "amigos", quer dos outros, e são tantos!..
O Ferrão anda em baixo, é certo, mas, de uma forma levada da breca, tem que falar e rebentar de um problema muito grave. Então vossas senhorias já souberam que há aí um vírus muito grave? No resto dos pinhais há uma doença terrível, uma espécie do bicho do pinho. Parece que o mesmo bicho rói e dá cabo daquelas árvores. Isto é tão grave que dá cabo dos pinhais e de todas as bouças conhecidas por toda a gente:assembleia da república, dos governos, ministros, deputados, etc.etc. Parece que o tal vírus, ou do dito bicho, que traça de tudo que dá cabo disto tudo: acaba o pelím, terminas o carcanhol e etc. Parece até, e quem diz são uns tais "amigos", lá de um outro lado - numa terra dita na Europa (onde raio é isso?) - que o bicho come tudo e, por isso, da cabo das ditas "bouças"!
Pois parece que que uns outros amigos, deputados e demais políticos, tentam matar o tal bicharoco. De tal maneira que até levaram a dita "doença" para outro lado. Isto tá mesmo muito mal. Dizem os "cientistas" que isto está de uma maneira que nem há dinheirinho!
Grave, grave, mas mesmo muito grave é o chamado bicho da madeira! A tal doença está de tal maneira que até lhe faltam uns tantos milhões de euros! Os madeirenses andam muito tristes. O raio do bicho comeu mesmo muito!
Só gostava de saber uma coisa, ou mais: será que bicho da madeira é exactamente igual ao resto das doenças, isto é, nas ilhas e no continente?
Este Zé Ferrão é danado! Já dizem os seus queridos amigos: "Este?! É ruim pior que as cobras!"
O Ferrão anda em baixo, é certo, mas, de uma forma levada da breca, tem que falar e rebentar de um problema muito grave. Então vossas senhorias já souberam que há aí um vírus muito grave? No resto dos pinhais há uma doença terrível, uma espécie do bicho do pinho. Parece que o mesmo bicho rói e dá cabo daquelas árvores. Isto é tão grave que dá cabo dos pinhais e de todas as bouças conhecidas por toda a gente:assembleia da república, dos governos, ministros, deputados, etc.etc. Parece que o tal vírus, ou do dito bicho, que traça de tudo que dá cabo disto tudo: acaba o pelím, terminas o carcanhol e etc. Parece até, e quem diz são uns tais "amigos", lá de um outro lado - numa terra dita na Europa (onde raio é isso?) - que o bicho come tudo e, por isso, da cabo das ditas "bouças"!
Pois parece que que uns outros amigos, deputados e demais políticos, tentam matar o tal bicharoco. De tal maneira que até levaram a dita "doença" para outro lado. Isto tá mesmo muito mal. Dizem os "cientistas" que isto está de uma maneira que nem há dinheirinho!
Grave, grave, mas mesmo muito grave é o chamado bicho da madeira! A tal doença está de tal maneira que até lhe faltam uns tantos milhões de euros! Os madeirenses andam muito tristes. O raio do bicho comeu mesmo muito!
Só gostava de saber uma coisa, ou mais: será que bicho da madeira é exactamente igual ao resto das doenças, isto é, nas ilhas e no continente?
Este Zé Ferrão é danado! Já dizem os seus queridos amigos: "Este?! É ruim pior que as cobras!"
terça-feira, 10 de maio de 2011
A política, politiquice e caridadezinha de alguns!!!!!
O Zé andou a pensar, a ler, beber uns canecos e a perceber que o ano de 2011 é um tempo fantástico - digo eu. O Sócrates diz que acabou a primeira politiquice – isto é, quis voltar a ganhar novas eleições, lá no tal dia 5 de Junho. O povo gosta destas coisas: eleições, mais eleições e, digo eu, vamos votar uma eleiçõeszinhas para arranjar um tachinho todo bonito com os senhores políticos. Claro que isto é o diabo. Então, como raio é que vamos ganhar aos senhores DOUTORES da Política se não há um tostãozinho para pagar nem um centavo? Ora bolas. Queria tanto ajudar nas eleições para arranjas um tachinho, por muito que fosse pequeno! Mas quê?! Não há dinheiro! Eu não sei como é que chama um tal de FMI – digo eu. Uma coisa é certa, gostava que ficasse como o nosso Primeiro Ministro, carago: Jeitoso, inteligente, com grandes canudos, etc., etc. Isso é que era uma rica vida! Pode ser que o tal senhor – FMI - faz novas eleições e, quem sabe, fica primeiro ministro. Com alguma sorte é provável ficar o Presidente da República.
Até penso noutra coisa interessante. Parece que os tais Bispos Portugueses fizeram eleições e, numas eleições, mudaram o Presidente de uma coisa que se diz Conferencia Episcopal. Claro que há umas guerras entre uns Bispos, por exemplo o de Braga, e um tal Cardeal, lá de Lisboa. Mas, cá para mim, quem ficava como Presidente da tal CEP era o tal Senhor FMI. Pelo menos até dava uma caridadezinha com os cristãos, visto que o resto dos tais Bispos não dão coisa nenhuma a ninguém! Enfim, coisas do tempo!
Até penso noutra coisa interessante. Parece que os tais Bispos Portugueses fizeram eleições e, numas eleições, mudaram o Presidente de uma coisa que se diz Conferencia Episcopal. Claro que há umas guerras entre uns Bispos, por exemplo o de Braga, e um tal Cardeal, lá de Lisboa. Mas, cá para mim, quem ficava como Presidente da tal CEP era o tal Senhor FMI. Pelo menos até dava uma caridadezinha com os cristãos, visto que o resto dos tais Bispos não dão coisa nenhuma a ninguém! Enfim, coisas do tempo!
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