segunda-feira, 28 de julho de 2008

A nós ninguém dá lições e pronto!!! Corruptos? Nós? Era o que faltava!


Lá tem o povo razão: quem fala muito acaba por .... ter que ir gerir um banco para a Europa!
Pois, meus caros, foi o que aconteceu ao senhor Engenheiro (este parece que é mesmo) João Cravinho. O homem, (coitado!), andava para aí com umas ideias amalucadas de criar umas coisas contra a corrupção. Foi-se a ver e isso significava ter que dar umas "ferroadas" nos amigos - (parece quase o Zé Ferrão!!!) - e não estiveram cá com meias medidas: põe-te na alheta, vai lá para a Europa governar um banco e deixa-nos cá com essas coisas, que "amigo não empata amigo".
Resultado: o homem quando cá vem e diz umas coisas, leva na cabeça, já que não tem que vir dar lições a quem quer que seja. Ironias do carago, meus amigos!
Diz o pobre diabo, a ver se há para aí algum partido que o livre do desterro, que a comissão de combate à corrupção é uma coisa quem nem é carne nem peixe, nem é nem deixa de ser. Não tem ninguém a tempo inteiro e os modelos de virtude, impolutos e incorruptíveis que a compõem só recebem umas magras senhas de presença pelas participações nas reuniões. Pode lá ser, tal despautério! Como é que querem que estes senhores, com umas magras senhas de presença, possam combater a corrupção! Isto tem lá jeito, modo ou feitio?!!! Têm que ser bem pagos, sim senhor. Quando não... pode haver qualquer surpresa!!!

Mas os senhores do poder, amigos que foram do Cravinho, logo se apressaram na lide: o PS não recebe lições de ninguém sobre a corrupção! Eu daqui concluo duas possíveis linhas de entendimento: ou não estão para o aturar, ou então já sabem tudo sobre corrupção!

quinta-feira, 24 de julho de 2008

Aliança ibérica: nova divisão do mundo!


Meus caros amigos, o Zé Ferrão, contrariamente ao que muitos vaticinaram e tantos outros desejaram, nem morreu nem terminou com a sua mania de pensar. Tem andado a tratar da vida, uma vez que há sempre muito que fazer para quem queira trabalhar. No meio destas andanças, foi-se apercebendo das modas e de como as querem fazer correr! Por isso, volta hoje à carga com um tema muito na moda, na moda de mais, mas que ainda vai dar que falar, olá se vai! O sapateiro, do lado de lá, e o filósofo, do lado de cá, quase que fazem lembrar o refrão da cantiga: "juntaram-se os dois à esquina, a tocar a concertina e a dançar"... o carago, meus amigos, o carago! Fala-se, cada vez mais, de um pujante movimento gay, que está a impor-se com uma força cá na península que... quase que até já é proibido ser-se heterossexual!
Um dia destes, contava-me um amigo: "sabe, em Espanha há duas grandes linhas de combate político; uma delas é a consagração do loby gay, como modelo para a sociedade; outra o anticlericalismo militante e jacobino que, numa espécie de caça às bruxas, tenta por tudo denegrir a Igreja Católica e levá-la ao ridículo, perseguindo-a". Cá o Zé pensou: ora aí está uma nova versão do tratado de Tordesilhas: divide-se o mundo em duas partes; o sapateiro, em Espanha, fica dono do mundo gay e anticlerical; o filósofo, em Portugal, faz o mesmo, mas aos pouquinhos, que o zé parolo de cá não come estes dois ricos pratinhos com a mesma facilidade que o de lá. Há é, sem grande dúvida, uma nova aliança nas Espanhas, uma política comum ou com fins muito parecidos.
Nós, como já não vamos cantando e rindo, mas vamos levados, levados sim, nem sequer estamos a ter consciência de que há uma nova forma de expansão e de neocolonialismo: o colonialismo destruidor da sociedade como a conhecemos e a tentativa de impor novos padrões, sem jeito nem modo, mas que se dizem legítimos, em nome de um diabo de uma liberdade ou de uma libertinagem esquisita e levada de quantas brecas há!
Já sei que há já aí uns senhores que me chamam uma data de nomes e, ao mesmo tempo, dedicam o seu único neurónio a ofender a minha senhora mãe. Porém, não se chame intolerância ao exercício da inteligência, nem se chame liberdade ao mau uso da razão. É velho e sábio do brocardo que diz: de Espanha, nem bom vento, nem bom casamento".

quinta-feira, 10 de julho de 2008

Vaticano à beira da bancarrota!


Meus amigos, são sinais dos tempos, é o que é! Cá o Zé Ferrão, depois de ter dado uma ferroadita nos bispos portugueses, que aumentaram o preço das missas e andam a aprender a gerir, hoje até quase que tem pena dos pobres - mas mesmo só quase! Quando se começam a ler notícias de que as contas do Vaticano estão nas lonas... é o carago, senhores, é o carago!
A crise chega a todo o lado. As despesas - com as coisas do Senhor e não só - aumentam e nem o senhor S. Pedro consegue fazer chover uns canecos de petróleo na Santa Sé para resolver o problema financeiro! Qualquer dia temos para aí os altos dignitários do clero romano a andar de bicicleta ou a pé para atravessar o Vaticano, que pouco deve restar para o gasóleo dos Mercedes! Pobres deles!!!
É por estas e por outras que os Bispos cá de Portugal foram aprender a gerir. Assim sempre se pode tentar combater a crise, que chega a todos, sem que se desperdice o dinheiro que o zé parolo ainda vai dando. As obras, hão-de ser menos e melhor controlados os orçamentos aos amigos empreiteiros; menos gastos na farpela; menos gastos nas carroças - andar mais de bicicleta - e fazer umas férias só de um mês, ainda que custe romper com as tradições seculares!
Mesmo assim, chega-se ao fim, vira-se os bolsos e.... só sai cotão!

segunda-feira, 7 de julho de 2008

Futebol: glória nos campos - (será?) - vergonha nas secretarias!


Meus caros amigos, cá o Zé Ferrão tem andado muito atento ao mundo futeboleiro. Tem acompanhado os últimos remates e, sobretudo, os últimos penaltis (acho que é assim que se escreve). No final de contas, o Zé recorda-se que, como dizia o anúncio, ainda é do tempo em que o futebol era um desporto. Arranjava-se uma bola - a que agora chamam esférico - colocavam-se onze jogadores de cada lado e ganhava quem enfiasse mais vezes a bola na baliza - acho que a isso se chama golo?!!! Agora é outra loiça: há para aí uns senhores que entendem que o futebol é uma coisa que até já mete Conselheiros, mui colendos Conselheiros, que fazem assembleias, botam votações; terminam reuniões antes do tempo, decidem com ou sem quorum, aplicam sanções disciplinares, enfim: tudo aquilo que nada tem que ver com o tal esférico. É o carago, meus senhores, é o carago! Mas a pouca vergonha a que isto chega é de tal natureza que há verdadeiras guerras de palavras e pedras; há verdadeiras cenas de pancadaria e vandalismo; há verdadeiras parangonas de jornal e telejornal, e fotojornal e outras coisas que tal onde já não há bola, nem esférico, nem relvado - que até esse é sintético (para que o não comam) - nem jogadores nem nada que cheire a desporto. Também não sei muito bem que raio farão os Conselheiros no meio de tal babujem, com tanto que haveria que dar-lhes a fazer nos tribunais! A não ser que - similes cum similibus - haja aqui questões de séria justiça! Mas cá o Zé ainda tem outra explicação: com a reforma do código de processo civil é mais difícil aos cidadãos intentarem recursos para o Supremo Tribunal de Justiça - o tal sítio onde deveriam trabalhar os Conselheiros! Querem lá ver que é porque os senhores Conselheiros passam mais tempo no lamaçal do futebol e não há juizes que cheguem para os recursos judiciais? Cá o Zé ainda dá um conselho - que poder ser só uma pequena freguesia: bons juizes para tal lameiro encontram-se é em Fafe!

sábado, 5 de julho de 2008

Machadadas na família! Os lóbis da sociedade.



Há para aí uns senhores que teimam, a qualquer preço, em virar a sociedade de pernas para o ar. Tudo vale, tudo se explica, nem que, para isso, seja necessário inverter a ordem das coisas, chamando natural ao que o não é e, por essa via, dar cobertura da lei, em nome da liberdade e da igualdade, ao que não tem ponta por onde se lhe pegue.

Dizem que vivemos num estado moderno, sem preconceitos sociais e em que o último resquício de velharia serão os que, cá como Zé Ferrão, têm um conceito de família e de sociedade assente numa visão cristã. Talvez sejamos uma velharia; talvez o que consideramos direito seja torto! Mas lá que me custa a crer e a aceitar a valha tudo, até tirar olhos, ou que tudo é legítimo - sem qualquer princípio de ética natural - isso custa!

Ainda que se possa dar de barato que a homossexualidade seja uma coisa normal - no sentido de que deve ter a tutela da norma - não me parece que possa aceitar-se ou sequer tolerar-se que o lóbi gay, instalado na sociedade ao mais alto nível, queira fazer passar a mensagem de que a heterossexualidade é que é um erro anquilosado e sem sentido. Com a invocação de que o casamento gay é um direito igual ao casamento dos heterossexuais está a destruir-se, por via da invocação do princípio da igualdade, o a instituição casamento.
O Zé Ferrão bem sabe que devemos ser tolerantes. A tolerância, como todos sabemos, é a capacidade de conviver com o que está errado - uma vez que se assim não fosse, seria desinteligência e não tolerância, porque seria não querer ver o que está certo. Ora eu não tenho nada contra a tolerância devida a quem seja ou queira ser homossexual. O que me choca é que, na Assembleia da República, o tal lóbi queira fazer uma cruzada contra a família de raiz judeo-cristã e se debata a ferro e fogo em prol do casamento dos gays como sendo igual a qualquer outro casamento. Bem sei que, na frieza da lei civil, o casamento é um contrato, como é o de compra e venda ou o de prestação de serviços. Porém, até a lei - claro que feita por velhadas incompetentes do tempo do Estado Novo, beatos, a cheirar a água benta e sem o mínimo conhecimento jurídico!!!! - há incapacidade de gozo para contrair casamento em determinadas situações, dada a especificidade tão grande de tal contrato!
O PS diz na Assembleia que até ao fim desta legislatura há-de haver entre nós a legalização dos casamentos gay! O Presidente da Câmara de Lisboa já tinha dito que cederia o Salão Nobre dos Paços do Concelho para a realização da cerimónia - espero que também pague os vestidos, o copo de água e que os casamentos gay passem a ser casamentos de santo António (Costa)! Não sei se, na sequência de tão felizes enlaces, os edifícios do Estado poderão servir para a consumação dos casamentos, mas é provável que sim!!!


Há questões que são fracturantes na nossa sociedade! Não há raio de liberdade e de igualdade neste mundo que seja justificativo de tal bestialidade!
Mas o Zé também sabe que há uma incapacidade geral dos nossos políticos em pensar, ser racional e colocar a funcionar o que tem - se é que tem!? - em cima dos ombros!

quarta-feira, 2 de julho de 2008

Uma Ministra que, em público, diz que vai pró público! Carago!!!


O Zé, esta noite, até dormiu melhor. Foi uma consolação, uma alegria que até fez passar a noite sem ressonar!!! Uma Paz no prédio inteiro. A senhora Ministra da Saúde, com seu ar saudável e voz angélica, informou os portugueses que também gosta de passar longas horas nas filas de espera para arranjar uma vaga para as consultas, olá! A final, não é só o zé parolo que tem que suportar um serviço nacional de saúde com graves deficiências, atrasos e demoras intermináveis e consultas de especialidade marcadas para depois da morte. A Senhora Ministra, dando uma ferroada ao sector privado - que é pelo menos incompetente, nas suas palavras não ditas - diz que vai ao serviço público. Como se alguém acreditasse em tal coisa, benza-a Deus!
Uma coisa é certa e o Zé entende: se ela, ainda que com revolta das tripas, não defende a sua dama, quem é que a vai defender, sabendo que funciona tão mal?
Mas fica aqui um reparo à Senhora Ministra: não diga tais asneiras à custa do sector privado, que toda a gente sabe que só tem progredido e bem porque o Estado não cumpre e aplica os impostos do zé em basbaquices que não deve.
Já dizia o Senhor Presidente do Conselho - não o actual, o doutros tempos, o botas, - que em política o que parece é. Mas, ó Senhora Ministra, aquilo que a Senhora diz nem sequer parece.
Políticos com credibilidade, eis o nosso maior tesouro para combater o deficit!

terça-feira, 1 de julho de 2008

A cordilheira vai parir a ponta do rabo de um rato farinheiro!


Ó terras de Portugal,
ó povo de marinheiros!
Quem vos fez grandes na história?
Quem vos louvou na vitória?
Quem vos chorou na derrota?
Quem vos leva à banca rota
pela falta de dinheiros?
Quem vos convenceu que a glória
há-de ser mais que a memória
dos tempos de antigamente,
em que p'lo mar adiante
fostes, em ardor constante,
plantar em remota gente
vossos pobres galinheiros?!



O zé, ("carago"!), está hoje para a poesia, olá!!!! Hei-de cantar, rir e festejar, porque é volvido mais de um ano sobre a novela do caso Madie. Hoje, depois de tanto suor, tão profunda investigação, tanta glória da nossa PJ, tanto orgulho nacional por uma investigação séria e honesta, alguém conclui que o melhor será propor o arquivamento do caso! Isto sim, faz lembrar as grandezas de outrora, em que em cascas de noz, cheios de orgulho aventureiro, fomos pelo mar adiante a ver se ... fugíamos da desgraça que cá havia!!!!
Este nosso Portugal, que quase, quase, ficava na história da Europa com um Tratado abortado, muito mal abotoado, que está agora encravado - e ele a dar-lhe com a poesia! - vê agora luz no fundo do túnel da investigação que fez encher até ao vómito os jornais e telejornais deste país, sempre em busca de escândalos e palermices que encham os chás das tias ou dêem que fazer às línguas das vizinhanças, ávidas de tramelar!!!
A pobre menina, que se esfuma no desconhecido, graças a tanta palermice e basbaquice, foi quem menos contou. Vimos durante meses os mais variados crânios a discutir direito penal e processo penal. Quase que se fez por correspondência um curso geral de direito. Portugal, além de terra de aventureiros e navegadores, passou a ser pátria de insignes e profícuos juristas - à vela, como noutros tempos!!! Agora, conclui-se à portuguesa: arquive-se, que não há provas concludentes. Haja paciência para tanta incompetência!!!
Entretanto, viva a poesia, até que um dia se chegue a qualquer coisa!!!! Se já temos um prémio Nobel da literatura... só nos falta um das ciências policiais. O facto é que a qualidade é semelhante!!!